28 de nov de 2012

10 perguntas feitas para enganar você na entrevista de emprego


Na hora de selecionar um profissional os especialistas em Recursos Humanos estão focados em encontrar a pessoa certa para o cargo. Pensando nisso, eles desenvolveram 10 perguntas difíceis para fazer na hora da entrevista que podem confundir os candidatos. Confira:


Uma pergunta inesperada pode dispersar uma resposta autêntica que expõe problemas ocultos
 
Para os desempregados ou profissionais que procuram uma mudança no âmbito profissional, conseguir uma entrevista de trabalho hoje em dia pode ser considerado uma vitória. Mas quando você está na entrevista, os profissionais de Recursos Humanos colocam nas entrelinhas da conversa situações problema e algumas perguntas enganosas com duplos sentidos ou agendas ocultas para confundir os candidatos.
 
De acordo com a especialista norte-americana Joyce Lain Kennedy, uma pergunta complicada pode ser usada como uma ferramenta de gerenciamento de tempo para eliminar rapidamente um candidato menos qualificado.
 
Joyce diz que mesmo que os candidatos tenham ensaiado tópicos previstos, uma pergunta inesperada pode dispersar uma resposta autêntica que expõe problemas ocultos. Confira a seguir as 10 perguntas projetadas para enganar os candidatos na entrevista de emprego:
 
 

1) Por que você está sem trabalho há tanto tempo? Por que você foi demitido?

Joyce diz que essa pergunta é uma tentativa de descobrir se há algo errado com você que a sua antiga empresa ou empregadores já descobriram. O entrevistador pode estar tentando determinar se os temas de recessão ou cortes no orçamento foram usados para despejar alguns funcionários, incluindo você.  

2) Se você está trabalhando, como você consegue tempo para as entrevistas?

O entrevistador pode perguntar: Se você está traindo seu chefe atual, por que você não vai me enganar mais tarde? A pergunta pretende colocar ênfase sobre por que você está mentindo para o seu atual chefe para poder realizar entrevistas de emprego. Se outras entrevistas são sugeridas, a melhor forma de lidar com esse problema é sugerir que outros testes ou entrevistas sejam feitos fora do seu horário normal de trabalho.  

3) Como você se preparou para esta entrevista?

A intenção desta pergunta é decifrar o quanto você realmente se preocupa com o trabalho ou se você está simplesmente improvisando. Além de explicar como você se preparou para a ocasião mostre que você está focado. Revele o seu conhecimento da indústria, empresa ou departamento, fazendo perguntas e comentando informações recentes.  

4) Você conhece alguém que trabalha para nós?

Esta é uma pergunta complicada, diz Kennedy, porque a maioria dos entrevistados acredita que conhecer alguém na empresa é sempre uma coisa boa. Na verdade dependendo do tipo de profissional que é o seu conhecido é melhor que você não fale nada. O entrevistador provavelmente vai associar características e a reputação do seu amigo com os seus méritos.  

5) Onde é que você realmente gostaria de trabalhar?

Determinar a área que você pretende trabalhar pode fechar algumas portas dentro da empresa. A especialista aconselha nunca mencionar um cargo. Destaque apenas que você é perfeito para o trabalho e que você se dedicar muito se conseguir o emprego.  

6) O que incomoda você sobre colegas ou patrões?

Não caia nesta armadilha. Joyce diz que a intenção desta pergunta é destrinchar se você vai ter dificuldade para trabalhar com outras pessoas ou pode ter problemas e afetar a sua produtividade.  

7) Você pode descrever como você resolveu um problema de trabalho ou na escola?

Joyce diz que, na verdade, ninguém deveria ficar surpreso com esta pergunta, porque é uma das mais básicas indagações em uma entrevista. O que o entrevistador realmente quer é uma visão sobre como sua mente funciona.  

8) Você pode descrever uma situação de trabalho ou na escola em que você estragou tudo?

Este é um campo minado. Uma questão dentro desta questão é se você aprende com seus erros ou continua repetindo os mesmos. Da mesma forma, o entrevistador pode estar tentando visualizar se você é muito autoconsciente ou não para assumir a responsabilidade por suas falhas.  

9) Como é esta vaga em relação as outras que você está se candidatando?

Na verdade o que eles querem descobrir é como você lida com a competitividade do mercado de trabalho. A dica é simples e clara: não fique comparando as oportunidades, veja quais são as qualidades e defeitos de cada uma delas e coloque os pesos na balança.  

10) Se você ganhasse na loteria, você ainda trabalharia?

Evidentemente, esta pergunta é um pouco boba. Mesmo assim, é outra oportunidade para ressaltar a sua motivação e ética no trabalho. Reconhecer que você ficaria feliz de ganhar na loteria é importante, mas mostre que você continuaria procurando um trabalho significativo, pois enfrentar desafios e alcança-los o faz feliz.  
 

16 de out de 2012

Entrevistas de emprego não servem para nada.



Por Lucy Kellaway - Valor Econômico

Quando Larry Page entrevista candidatos a um emprego no Google, ele fica tão entediado com as respostas ensaiadas que pede aos seus interlocutores que o ensinem algo que ele não saiba.
Ouvi essa história dias atrás no Hay Festival, em Segóvia, quando deram essa mesma tarefa a um painel de escritores famosos. Maravilha, pensei. Mas, logo me veio à cabeça a pergunta: se fosse entrevistada por Page, o que eu diria?
Após pensar muito, cheguei a duas coisas que sei e que ele provavelmente não sabe. A primeira é a melhor maneira de matar a [erva daninha] polignácea japonesa: você corta a planta próximo do chão e injeta glifosato no caule oco usando um conta-gotas. A segunda é a mistura ideal de pelos de animais usados em estofamentos tradicionais - 80% porco e 20% bovino. Eu poderia falar muito sobre os dois assuntos, mas será que ele ficaria impressionado? Tenho a impressão de que não.
O painel de escritores não se saiu muito melhor, embora um deles tenha afirmado que se um filhote de cachorro nasce sem respirar, você precisa colocá-lo em uma toalha e rolá-lo como se estivesse secando alface para o que quer que esteja bloqueando os pulmões do animalzinho seja expulso. Depois que todos fizeram suas tentativas, o último escritor - cuja obra é a mais estranha e a mais original da turma - suspirou e disse não saber nada que as outras pessoas não saibam, e que acabou esquecendo tudo o que sabia.
Ao ouvir isso, mudei de ideia. A pergunta que Page costuma fazer não é nada demais. É tão inútil quanto todas as outras coisas que as pessoas perguntam a quem está à procura de um emprego. Há mais de dois mil anos entrevistamos pessoas, mas em vez de ficarmos melhores nisso, estamos piorando. O exemplo mais antigo que consigo encontrar está no Novo Testamento, onde Jesus, que na época recrutava discípulos, mantinha o processo simples e rápido, fazendo uma única pergunta: "O que você busca?".
Os entrevistadores modernos tornam a coisa bem mais complicada. Na última década, todo mundo ficou viciado em perguntar coisas como "fale sobre uma situação em que você demonstrou coragem". Ou "fale sobre uma situação em que você aprendeu com um fracasso". O pobre candidato então cospe uma resposta ensaiada, e quase inventada, enquanto o entrevistador, entediado, consente com ar inteligente - um processo que na maioria das vezes é desagradável para os dois lados e não deixa ninguém mais sábio.
A onda mais recente de perguntas bizarras é ainda pior. Por que as tampas de bueiro são redondas? Quantos afinadores de piano existem no mundo inteiro? O Google tem grande parte da culpa por esse desvario, mas agora metade dos grandes empregadores dos Estados Unidos está fazendo a mesma coisa, achando que se fizerem perguntas sobre coisas para as quais o infeliz candidato não está preparado, de alguma forma as respostas serão mais reveladoras.
O site da internet Glassdoor.com elaborou uma lista sobre as mais idiotas das perguntas idiotas, e o Goldman Sachs ficou no topo dela. O banco pergunta aos candidatos a um emprego: se você fosse encolhido ao tamanho de um liquidificador e colocado dentro de um multiprocessador de alimentos, como você faria para sair? Perguntas "espertas" como esta só podem provar uma coisa: se o candidato é bom com respostas "espertas". Por outro lado, uma pergunta feita na Trader Joe's - o que você pensa sobre os anões de jardim? - não prova nada, exceto o fato de que a rede de supermercados está totalmente perdida.
Jesus nunca achou que deveria perguntar a Mateus, João e todos os outros o que eles pensavam dos anões de jardim. Também nunca pensou em fazer a pergunta formulada a candidatos por uma fabricante de autopeças: "Se você fosse um programa do Microsoft Office, qual seria?".
O motivo de ninguém até hoje ter encontrado uma boa maneira de fazer uma entrevista de emprego, é que não existe uma. Estudos mostram que essa charada na qual somos todos viciados não é muito melhor que escolher aleatoriamente uma pessoa. A única razão de persistirmos é que confiamos demais em nossa habilidade de julgar os outros. Lembro-me, por exemplo, de como iludi uma dezena de banqueiros experientes no JP Morgan há muito tempo, convencendo-os de que eu queria fazer carreira no setor bancário, quando obviamente eu não queria.
Há apenas duas perguntas na relação do Glassdoor.com que têm alguma utilidade. A primeira é: "Quanto é 37 vezes 37?". Não dá para brincar com isso, e não se trata de algo embaraçoso ou vulgar. Se você consegue responder sem precisar contar muito nos dedos, então você é mais esperto do que eu.
Mais útil ainda é a pergunta feita na Ernst & Young: "A vida é fascinante para você?" A resposta diz ao entrevistador tudo o que ele precisa saber. A pessoa que responde "sim" deveria ser poupada imediatamente do risco de ter que trabalhar lá.

Lucy Kellaway é colunista do "Financial Times". Sua coluna é publicada às segundas-feiras na editoria de Carreira
 

12 de set de 2012

Por dentro da entrevista

Saiba o que está por trás das perguntas feitas pelos recrutadores durante o processo de seleção de trainee e evite as “pegadinhas”

Fonte: Você SA

Conhecer os valores, as motivações e a personalidade dos jovens é a grande preocupação dos recrutadores desde a etapa online da seleção de um programa de trainee. Em vez das tradicionais questões como "Quais são seus pontos fortes e fracos?" e "Como você se imagina daqui a cinco anos?", entram perguntas como "Que legado você espera deixar nesta empresa?" ou "Qual a decisão mais difícil que já tomou em sua vida?". Por meio delas, serão analisados fatores como autoconfiança, autoconhecimento, iniciativa, capacidade de adaptação, maturidade e habilidade para gestão de conflitos. Portanto, a forma como as perguntas são construídas também merece atenção especial. "Preferimos construí-las com base em exemplos concretos ou situações pregressas. O comportamento que você adotou numa situação passada costuma predizer como você reagirá na mesma situação no futuro", diz Maíra Habimorad, sócia da Cia de talentos, empresa que assessora corporações de médio e grande porte nos seus programas de trainee.

Prova de fogo


A seguir, oito exemplos de perguntas feitas pelos recrutadores e o que está sendo avaliado emcada uma delas. Você vai notar que, em algumas, os empregadores estão atrás de experiências que confirmem as competências do candidato ou a forma de aprendizado, uma rotina que tem sido cada vez mais utilizada nas entrevistas de seleção. Assim, elevam-se as chances de garantir que a química entre candidato e empresa realmente exista e reduz-se o índice de abandono dos programas pelos trainees.


Que legado você quer deixar nesta empresa?

Por meio da resposta, os recrutadores avaliam o perfil profissional do candidato e o que ele prioriza. "A resposta pode ser: aumentar o faturamento; formar pessoas; criar um projeto inovador. Cada uma delas sugere um perfil: analítico, voltado para pessoas ou criativo", diz Maíra Habimorad, da Cia de Talentos.

Você teve oportunidade de liderar um projeto? Conte-nos como foi o processo.
A pergunta avalia o estilo de liderança do candidato. "Vamos analisar se a iniciativa do projeto foi dele, se ele permitiu que outras pessoas colaborassem, como distribuiu as tarefas, se foi capaz de identificar problemas no projeto e se teve humildade para fazer as correções necessárias", diz Danilo Castro, diretor da Page Personnel.

De que forma você busca autoconhecimento?

"As respostas podem ser muitas: lendo, na religião, na terapia, fazendo coaching — e todas elas são válidas. O que importa mesmo é saber se a pessoa realmente busca autoconhecimento", diz Maíra Habimorad. A pergunta só é formulada dessa forma para forçar o candidato a dar um exemplo concreto. Assim, os recrutadores podem desmascarar futuros trainees que responderiam "sim" mesmo que não tivessem preocupação real com o tema.

Entre seus amigos, como você é lembrado?

Por meio dessa pergunta, o candidato é chamado a discorrer sobre suas qualidades e defeitos e a mostrar como lida com a visão que outras pessoas têm dele. "Podemos avaliar como ele transita entre os demais e sua habilidade nos relacionamentos interpessoais, observando, por exemplo, se o jovem fica na defensiva quando os outros falam dos defeitos que enxergam nele", diz Danilo Castro, da consultoria Page Personnel.

O que você sabe sobre si mesmo hoje que não sabia há cinco anos?

Essa é mais uma pergunta que apura o grau de autoconhecimento do candidato. "Quem não tem essa preocupação pode simplesmente dizer que aprendeu inglês", ilustra Maíra Habimorad. Mas aquele que busca o autoconhecimento tende a dar um exemplo de decisão que tomou com base em experiências anteriores. "Pode ser uma resposta como: ‘Descobri que definitivamente não quero carreira acadêmica porque já trabalhei num projeto do tipo na faculdade e vi que não é para mim’", exemplifica a consultora.

Por que escolheu esta empresa e não a concorrente?

A questão permite avaliar se o candidato estudou o mercado no qual está tentando ingressar, se entende o negócio e se de fato se identifica com os valores da companhia — de cuja seleção está participando.

Qual a decisão mais difícil que já tomou em sua vida?

O grau de maturidade do candidato e a forma como faz suas escolhas são investigados nessa pergunta. "Essa decisão foi difícil mesmo? O que ele levou em conta ao tomar essa decisão? Do que precisou abrir mão? Esses são alguns pontos que estão por trás da questão e que vamos observar", diz Maíra Habimorad, da Cia de Talentos.

Conte uma situação em que precisou trabalhar com uma pessoa difícil.

Esse tema analisa a capacidade do candidato de trabalhar em equipe, sua habilidade de conviver com a diversidade e sua flexibilidade. "Vamos observar, por exemplo, se ele tentou entender o ponto de vista da outra pessoa, por que ela agia da forma que o incomodava, ou se apenas impôs sua ideia, desconsiderando a forma de pensar do outro", exemplifica a consultora Maíra, da Cia de Talentos.

8 de ago de 2012


 
 

Pessoas sem Facebook são alvo de suspeitas de RH e psicólogos

Fonte: Terra



Ter um perfil no Facebook se tornou algo tão comum que se você não for um dos 955 milhões de usuários da maior rede social do mundo, pode ser considerado "suspeito" por empregadores, psicólogos e, claro, aqueles amigos que não se conformam com sua exclusão digital. Para a nova geração, parece que estar no Facebook - e em tantas outras redes sociais - se tornou normal, enquanto optar por não participar é esquisito.

Os motivos para esse estranhamento são variados. Para os responsáveis por contratar novos funcionários em uma empresa, a ausência de perfil em algum site de relacionamento pode indicar que o candidato teve sua conta deletada por desrespeitar as regras internas, ou que a pessoa tem informações relevantes a esconder, informa uma reportagem do Daily Mail.

Esse é um fato levado em consideração por equipes de Recursos Humanos, que investigam a presença online dos candidatos e podem até rejeitá-los - dependendo do conteúdo encontrado em sites como o Facebook, aponta uma pesquisa da empresa de monitoramento Reppler. É também possível que a pessoa ganhe pontos para uma eventual contratação - através do feedback positivo de amigos e antigos chefes, por exemplo, revela a Forbes.

De uma maneira parecida, psicólogos veem a existência de perfis na web como indicativo de uma vida social ativa e saudável. Por outro lado, interações predominantemente virtuais podem reforçar sentimentos de ansiedade no mundo real, offline. Essa exclusão digital, para alguns especialistas, poderia também significar a falta de amigos no mundo real, de acordo com o Mashable.

A revista alemã Der Taggspiegel chegou ao extremo de fazer analogia ao fato de que dois autores de massacres recentes - Anders Behring Breivik, responsável pelas mortes de 77 pessoas ano passado na Noruega, e James Holmes, que matou 12 pessoas em um cinema nos Estados Unidos - tinham este aspecto em comum: a ausência de participação em redes sociais. Eles mantinham perfis em sites obscuros, porém nenhuma página levava seu nome nas maiores redes sociais.

Tantas alegações deixam ao menos uma pergunta: a suspeita que recai sobre "fantasmas virtuais" é suficiente para negar uma vaga de emprego, ou acreditar que esse é um passo para a formação de um psicopata? Dificilmente. Porém, conforme as redes sociais se tornam mais difundidas - e se mostram duradouras, em vez de passageiras - é inevitável que alguém sem perfil no Facebook, por exemplo, tenha de arcar, frequentemente, com a pergunta, de empregadores, psicólogos, amigos: "por quê?".

9 de jul de 2012

Hoje é o último encontro de Desenvolvimento de Liderança com a turma da tarde na Bettanin. Vou sentir saudades daquele pessoal, mas tenho certeza que contribui com o seu desenvolvimento tanto na carreira quanto no pessoal!







15 de jun de 2012

Veja o que mais reprova candidatos a estágio em processos seletivos

Queridos seguidores, falando em erros na entrevista/seleção, segue mais uma reportagem, desta vez para os estagiários!

Fonte: G1

Um levantamento feito pelo Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), entre janeiro e maio deste ano, com 4.464 candidatos, aponta que 62% dos candidatos a estágio foram reprovados nos processos seletivos.
Os erros no teste ortográfico lideram o ranking, com 40%. Na sequência vem o baixo desempenho em raciocínio lógico, com 21%. Nessa etapa, o teste é dividido em três partes: verbal, numérico e abstrato. De acordo com Aline Barroso, supervisora de seleção do Nube, a falta de leitura influencia muito para isso ocorrer.

O mau desempenho na comunicação e no vocabulário durante as apresentações e atividades em grupo representam 12% das eliminações, seguido de falta de competências exigidas pelas vagas, com 10%. “As habilidades variam de acordo com cada oportunidade. Umas exigem criatividade, outras flexibilidade e iniciativa. Entretanto, ter fluência é essencial e as mulheres são as mais desaprovadas nesse quesito”, diz Aline. Segundo ela, erros de concordância, gírias e escorregões no português não são bem vistos no momento de das apresentações e atividades em grupo.
O índice de desclassificação na apresentação pessoal é de 7%, e na linguagem corporal, de 5%. “Ou seja, muito alto se levarmos em conta o fato de não ser segredo para ninguém a importância dessas exigências”, diz Aline. A deficiência no inglês vem em último lugar, com 5%. “Saber idioma já não é mais diferencial, é imprescindível”, afirma Aline.

De acordo com Aline, dentro da apresentação pessoal avalia-se a higiene e as vestimentas, já na linguagem corporal são observadas a postura e a educação. “Muitos passam por todos os requisitos, mas acabam sendo desclassificados por falar enquanto seus colegas se apresentam, por não demonstrar interesse na vaga e, principalmente, por pecar na imagem e estar vestidos inadequadamente, com saias curtas ou cabelo bagunçado, por exemplo”, explica a supervisora. De acordo com a pesquisa, quem mais peca nessa etapa são os homens.

Fatores que reprovam Índice
1- Erros em testes ortográficos 40%
2- Baixo desempenho em raciocínio lógico 21%
3- Mau desempenho na comunicação e no vocabulário durante as apresentações e atividades em grupo 12%
4- Falta de competências exigidas pelas vagas 10%
5- Problema na apresentação pessoal 7%
6- Problema na linguagem corporal 5%
7- Deficiência no inglês 5%

14 de jun de 2012

Quer ser bem-sucedido na carreira? Veja 7 dicas do que não fazer

By Infomoney

Atualização constante, habilidades comportamentais, inglês fluente. Todos esses itens fazem parte da lista básica de quem quer ter sucesso na vida profissional. Entretanto, segui-los à risca pode não ser o suficiente, se a pessoa não evitar atitudes e comportamentos inadequados.
 
De acordo com o especialista em estratégias empresariais e professor da Universidade Mackenzie e FGV-RJ, Marcos Morita, agir e não pensar, por exemplo, é uma das sete dicas do que não fazer para ser bem-sucedido na carreira.

Na opinião dele, não parar de tempos em tempos para avaliar as próprias atitudes e comportamentos pode ser um erro fatal. “Pare de vez em quando e converse com seu superior, colegas e subordinados de maneira aberta, solicitando que pontuem sobre suas atitudes e comportamentos”, diz.

Dicas
Abaixo, as outras seis atitudes que devem passar bem longe de quem quer alcançar o topo:

“Cuida do seu, que eu cuido do meu!Certamente, você já deve ter escutado frases como: “isto não é de minha responsabilidade”, ou “não sou pago para isso”. Entretanto, segundo Morita, ainda que haja colegas que, realmente, abusam da boa vontade alheia, antes de responder, o ideal é ver se realmente a questão não é de sua alçada e se não há mesmo como colaborar.

“É melhor não fazer, vai que eu erre!” O medo de errar também é muito prejudicial à carreira. Para o especialista, dentro de padrões aceitáveis, o erro demonstra a proatividade do colaborador. "Prefiro os que erram por fazer, as que não fazem por medo de errar", diz.

"Tchau. Já deu o meu horário." Quem quer ser bem-sucedido na carreira precisa ser flexível. Em outras palavras, a pessoa não precisa ficar até mais tarde todos os dias, mas deve se mostrar disponível ao perceber que a equipe está em apuros.

“O problema é esse, como você vai resolver? Problemas devem ser resolvidos, entretanto, profissionais que sempre levam problemas à chefia imediata, sem propor soluções, acabam ficando com uma imagem negativa. Ou seja, se vai levar a farinha, entregue ao menos a receita.

“Tive uma ideia, mas acho melhor ficar na minha.” Engana-se quem pensa que somente aqueles que possuem altas posições podem fazer a diferença. Na opinião de Morita, os profissionais devem ter ideias, sugerir, implementar e divulgar. “Grandes sacadas surgem na linha de frente, a qual convive e vive os problemas dos clientes no dia a dia”.

“Desculpe-me, não sou político.” Muita gente torce o nariz para essa estrategia, mas o fato, explica o especialista, é que alianças e coligações devem fazer parte do dia a dia, independentemente do nível hierárquico do profissional ou função. “Em situações de estresse e alta demanda, é o bom relacionamento que muitas vezes fará com que seu pedido seja atendido com prioridade por outro colega de trabalho”.

26 de mai de 2012

As 5 mentiras mais contadas no currículo

Quatro em cada dez currículos contém informações falsas, exageradas ou omitidas

Fonte: Exame.com

São Paulo - "A verdade é bela, sem dúvida, mas a mentira também", escreveu, certa vez, o ensaísta americano do século 19, Ralph Waldo Emerson. Na competitividade da vida moderna é cada vez mais difícil não lançar mão das belas artimanhas da autopromoção para destacar-se. Vale de tudo, até mesmo falsificar informações no currículo, idealizando ou exagerando competências. A prática se tornou tão comum que já tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei para torná-la crime sujeito a pena de detenção. No ano passado, até a candidata à presidência da República Dilma Roussef foi acusada de inflar o documento com títulos que não possui.
"Em média, 40% dos currículos trazem algum tipo de informação inverídica", diz Vander Giordano, diretor executivo da Kroll, empresa que atua há 40 anos na área de consultoria em gerenciamento de risco. Em um ano, a demanda da empresa pelo chamado "background check" - um serviço de levantamento dos antecedentes escolares, profissionais e até criminais do candidato - aumentou cerca de 25%.
"Não importa quão inocente possa parecer, a mentira desfaz a credibilidade do candidato e pode gerar até um colapso permanente da confiança", afirma a consultora Juliana Nunes, da Asap. Para evitar constrangimentos ou até, quem sabe, um processo criminal no futuro, o melhor é manter o pé na realidade e optar pela honestidade, sempre. A seguir, saiba quais são as cinco mentiras mais contadas nos currículos, e cuide para manter-se longe delas.

1 - Idiomas:
  É a mentira mais popular e também a mais fácil de ser identificada. Um simples teste ou uma conversa com o recrutador são suficientes para checar a proficiência no idioma. Trata-se daquele inglês "básico" que no currículo aparece como "avançado". Segundo Juliana, nem sempre o candidato age de má fé. "O problema é de percepção. A pessoa acha que domina a língua mas, na prática, tá enferrujada", diz. Portanto, cuidado ao colocar no currículo que você é fluente numa língua. Procure explicar esse grau de fluência, caracterizando separadamente as habilidades de "fala", "escrita" e "leitura". 

2 - Motivo de saída da empresa:
Demissões não costumam ser bem vistas. Mas isso não é motivo para transformar uma dispensa individual em uma demissão em massa ou extinção de setor. "É comum os candidatos afirmarem que foram mandados embora porque a empresa onde trabalhavam passou por uma reestruturação ou que o setor onde atuavam foi extinto", diz Giordano. Se percebida, a mentira sobre os motivos da saída de empregos anteriores pode passar a impressão de que o candidato quer esconder algo.
Para evitar que um possível erro do passado influencie na conquista do novo emprego, o especialista recomenda uma saída ética: "Limite-se a dizer que não estava sendo bom nem para você nem para a empresa". Caso você não tenha se adequado bem ao trabalho anterior, não se preocupe. Em geral, problemas de adaptação cultural são justificativas legítimas para desligamento. 

3 - Exagerar responsabilidades e salários:
Aqui, um projeto realizado em equipe pode virar um triunfo pessoal no currículo. Exageros de competência acontecem aos montes, porém, nem sempre se sustentam. Principalmente, se recrutador pedir para o candidato especificar suas atribuições e as dos demais envolvidos no projeto. Para responder, o candidato precisa recriar e distorcer toda a história, e no meio do caminho..."Eles sempre se enrolam, não conseguem dar informações especificas sobre o seu papel, nem os dos outros participantes", conta Juliana. 

Outro tiro no pé, segundo a consultora, é a artimanha de aumentar o salário do emprego anterior para tentar cifras maiores na nova oportunidade. "Isso pode ser tornar um entrave à contratação", alerta Juliana. "A empresa nem sempre tem condições de cobrir o salário anterior".


4 - Tempo de trabalho:
O tempo que se dedicou à empresa  também costuma ser mudado ou omitido pelos candidatos. Seja porque a pessoa ficou pouco tempo naquela posição e teme ser vista como instável ou com nível de empregabilidade baixo, seja porque a empresa é mal vista no mercado. Em qualquer caso, vale dizer a verdade no currículo e explicar os motivos durante a entrevista.
Para quem tem vergonha de dizer que estava desempregado esticar em alguns meses a permanência no emprego anterior pode ser até aceito pelo selecionador. Do contrário, desista de tentar manipular datas. "Aqui, a mentira tem perna curta mesmo, sendo facilmente constatada pelos  checadores ao ligar para empresas ou observar a carteira de trabalho", diz Giordano.

5- Formação:  Não minta sob qualquer hipótese sobre sua formação. Além de ser um critério bem objetivo, você pode simplesmente não conseguir executar uma função pela falta das competências. Bom senso não faz mal a ninguém. Um curso de artes no exterior para turistas, por exemplo, não é o mesmo que uma pós-graduação internacional. Assim como um MBA pela metade não representa um MBA completo. Seja honesto e inteligente.  Afinal, qualquer exigência de certificado é suficiente para desmascarar a mentira.

4 de mai de 2012

Conheça 10 mitos sobre a escolha da carreira

Segundo especialista em Recursos Humanos, Maria Bernadete Pupo, a escolha deve ser baseada principalmente nas vocações da pessoa

A escolha da profissão pode deixar alguns jovens “de cabelo em pé”. Neste momento, é comum surgirem dúvidas, insegurança e medo de optar pela carreira errada. Nesta horas, os palpites e as sugestões de familiares e amigos, apesar de bem-intencionados, podem atrapalhar ainda mais.
A consultora de Recursos Humanos e coach, Maria Bernadete Pupo, aponta os principais mitos que cercam esta questão. Confira abaixo.

Dez mitos

Escolher uma carreira é simples
- O truque de se inscrever em vários vestibulares de áreas diferentes e esperar para saber em qual curso foi aprovado poderá resolver a dúvida no princípio. Entretanto, se o estudante não gostar do curso, ou terminará a faculdade a contragosto ou voltará à estaca zero, tendo de optar de novo por outro curso. Para evitar que isso aconteça, é fundamental a reflexão. “A escolha da profissão deve ser baseada nas vocações da pessoa. Isso ela saberá por meio da autorreflexão”.

Um profissional pode me dizer que profissão devo escolher - De maneira nenhuma, a escolha da profissão cabe apenas à pessoa. O especialista poderá ajudar no processo de autodescobrimento. “O profissional deve conduzir este processo, para que quem esteja em dúvida descubra suas vocações, mas nunca escolher por ele”.

Dificilmente ganharei minha vida com um hobby - Geralmente, o hobby é algo que a pessoa ama fazer e, quando se trabalha com o que se gosta, a chance de ser bem-sucedido é muito maior. “Muitas pessoas não se dão conta disso e deixam passar esta oportunidade. Quem ama o que faz trabalha com brilho nos olhos”.

Devo escolher carreiras em que faltam mais profissionais no mercado - Não é porque faltam profissionais na área da Engenharia e TI (Tecnologia da Informação) que estas profissões devem ser escolhidas. A especialista alerta que o apagão de profissionais pode ser algo momentâneo. “O mercado é muito dinâmico, tudo muda rapidamente. Quem disse que faltarão engenheiros daqui a 10 anos?”, questiona a consultora.

Profissões que estão na moda podem garantir mais empregabilidade - Nem sempre. Se a pessoa trabalhar com algo de que ela não gosta, só porque há muitas oportunidades no mercado, será um profissional sem motivação e isso refletirá em sua empregabilidade. “Quem se baseia em fatores externos tem mais chance de ser malsucedido”.

Ganhar dinheiro é o que mais importa na escolha da carreira - “É a mesma coisa de colocar o ter no lugar do ser”. O dinheiro, na escolha da carreira, é algo superficial. Segundo a especialista, em algum momento, o retorno financeiro não será o suficiente para que o profissional se sinta feliz e satisfeito. “Conheço pessoas que não ganham tão bem, mas são muito felizes em suas carreiras”.

Se seguir os passos do meu pai/mãe, tudo será mais fácil - Pode até ser que exista facilidade, mas, se a pessoa não tiver vocação para aquela profissão, também será infeliz na sua escolha. “Se for uma imposição dos pais, o profissional trabalhará por trabalhar, sem vontade e sem motivo”.
Ao escolher uma carreira, ficarei sempre preso a ela - Como o mercado é dinâmico, é possível ingressar em outra área ou até mesmo escolher outra profissão. “Muitas pessoas vão em busca do plano B, como dar aulas, ser consultor, abrir um negócio, quando algo está incomodando na carreira”.

Se eu mudar de carreira, tudo que eu aprendi (competências técnicas) não será aproveitado - Conhecimento sempre é aproveitado. Talvez o profissional não utilize diretamente suas competências técnicas, mas, indiretamente, elas poderão ser aproveitadas. “Já vi pessoas que se formaram em RH, mas trabalham na área financeira. Elas continuam usando o que aprenderam na faculdade, que é lidar com pessoa, mas de uma maneira indireta”.

A escolha da carreira deve estar sempre atrelada à graduação - É possível pensar em uma carreira sem ter o Ensino Superior. Um curso profissionalizante pode, sim, oferecer uma carreira ao profissional. Um setor que tem gerado muitas oportunidades é o de serviços, que não precisa obrigatoriamente que o profissional tenha completado o Ensino Superior.

26 de fev de 2012

Entrevista de emprego: quais os pontos-chave para se preparar?

Tudo começa com a apresentação pessoal, dizem especialistas; estudar a empresa e ser curioso podem fazer a diferença.

A entrevista de emprego é um momento complicado para qualquer profissional, tanto para os extrovertidos quanto para os tímidos e extremamente ansiosos. Isso acontece basicamente porque o candidato sabe que os próximos minutos serão decisivos para o seu futuro profissional. Acabar com esse problema não é possível, mas algumas dicas de preparação podem ajudar bastante o candidato.
Para os especialistas consultados pelo InfoMoney, tudo começa com a apresentação pessoal. Antes de seguir para a entrevista, o candidato deve ter bastante cuidado com o que vai escolher para vestir, observando não só a roupa, mas também detalhes que vão desde cabelo bem arrumado até unhas feitas.

Pesquise e entenda
O professor de inteligência de mercado da FIA (Fundação Instituto de Administração) e UFPR (Universidade Federal do Paraná), Ramiro Gonçalez, ainda sugere que o candidato faça uma pesquisa prévia para entender a cultura organizacional da empresa para a qual está se candidatando. Algumas empresas, por exemplo, adotam um dress code bastante descontraído, com seus diretores usando tênis em plena segunda-feira. Outras, por outro lado, exigem a vestimenta completa: terno, gravata e sapato social.
Para não errar, é importante fazer uma boa pesquisa. Sempre lembrando que, na dúvida, opte pelo formal. Ir a uma entrevista de emprego vestindo algo muito informal é sempre arriscado. Além de ser mal avaliado pelos empregadores, você pode não se sentir confortável, o que se vai refletir no seu desempenho durante a entrevista.

Qual o seu perfil?
Gonçalez reconhece que a forma como o candidato se veste não será extremamente importante. “As empresas mais modernas não têm uma avaliação tão rigorosa em relação ao vestuário”. Porém, suas roupas podem ser um filtro. Na prática, conforme explica o professor, se a empresa está buscando um profissional inovador, que “pensa fora da caixa”, ela pode se sentir mais motivada a selecionar aquele que não tem aquele perfil de vestimenta tão padronizado, certinho e alinhado.
Por outro lado, seja a empresa que for, se ela quer um profissional para trabalhar na área de atendimento ao cliente, a apresentação pessoal vai contar muito. Lembre-se de que, neste caso, a empresa está buscando candidatos para representá-la, para ser a cara da empresa diante os clientes.

A listinha
Além de pensar e refletir muito bem sobre qual roupa você vai usar, outra dica de preparação diz respeito à conversa que você terá com o selecionador. Os especialistas sugerem que o candidato faça uma pequena lista de perguntas que possivelmente serão feitas durante a entrevista e tente respondê-las em casa.
Perguntas como: “Quais os seus maiores defeitos?” “Quais suas principais competências?” “Quais os principais desafios que você superou na sua trajetória profissional?” normalmente fazem parte de uma entrevista de seleção, e estar pronto para elas pode ajudar. Mas a diretora Regional Interior SP da Business Partners Consulting, Viviane Gonzalez, alerta: “preparação demais também não é bom”.
Se você se prepara demais, a entrevista pode ficar muito forçada. As frases feitas, por exemplo, são erros que podem custar a oportunidade do candidato. Preparar-se quer dizer que você deve pensar sobre o assunto, refletir, na calma do lar, sobre sua trajetória profissional, sobre seus feitos e suas competências. Não quer dizer que você deve fazer uma lista de perguntas, respondê-las de acordo com o que acha certo e decorar.

Seja transparente
“Para a entrevista fluir bem, o profissional tem que ser transparente, sincero e ter calma”, ressalta Viviane. No caso específico da transparência, Viviane explica que não se deve mentir nunca e em nenhum ponto. Por exemplo, se você acha que, para conquistar a vaga, deve dizer que adora interagir com pessoas e de participar de reuniões, mesmo que você não suporte isso, você possivelmente se frustrará se conseguir o trabalho, pois você não é adequado para a vaga.
Se disser que sabe inglês perfeitamente, o selecionador pode simplesmente começar a falar com você em inglês e querer terminar a entrevista em tal língua. Outro ponto que é importante levar em consideração é que tudo pode acontecer em uma entrevista de emprego. O selecionador pode pedir que você faça qualquer tipo de teste. Se você é um profissional, tem experiência anterior e conhecimento técnico, não há nada de errado em ser submetido a um teste. O importante é saber que isso pode acontecer.
Lembra daquele ditado: a prática leva à perfeição? Bom, ser um perito em entrevistas de emprego não é algo tão fácil de conseguir. Mas praticar bastante certamente vai ajudá-lo. Assim, mesmo que você não estiver 100% interessado em determinada vaga, vá na entrevista assim mesmo. Há diversos aprendizados nesse tipo de estratégia. Primeiro, você descobre como o mercado está selecionando o pessoal. Segundo, uma entrevista de emprego vai deixar de ser um evento grandioso para você.
Mas vale tomar um cuidado. Mesmo que você não esteja tão interessado, é importante dar o seu melhor durante a entrevista, sem estragar sua imagem para futuras oportunidades naquela empresa, ou seja, para posições que podem ser 100% do seu interesse.

RH e gestor
O processo seletivo de uma empresa pode contar com uma, duas, três ou até mais entrevistas. A primeira pode ser com a área de recursos humanos e a segunda com o gestor. Pode haver apenas uma entrevista, com ambos profissionais. A dica é a seguinte: o RH tem um foco um pouco diferente dos gestores.
De acordo com Gonçalez, o recursos humanos normalmente está mais interessado em avaliar habilidades de relacionamento, ou seja, como você interage com as pessoas, como se relaciona, como se comporta. Já o gestor quer saber como você pode contribuir para resolver os problemas da área.
Então, se a entrevista for com o RH, foque nas suas habilidades de relacionamento interpessoal; se for com o gestor, mostre como você vai ajudá-lo a resolver os problemas.

Fonte: Infomoney