8 de ago. de 2012


 
 

Pessoas sem Facebook são alvo de suspeitas de RH e psicólogos

Fonte: Terra



Ter um perfil no Facebook se tornou algo tão comum que se você não for um dos 955 milhões de usuários da maior rede social do mundo, pode ser considerado "suspeito" por empregadores, psicólogos e, claro, aqueles amigos que não se conformam com sua exclusão digital. Para a nova geração, parece que estar no Facebook - e em tantas outras redes sociais - se tornou normal, enquanto optar por não participar é esquisito.

Os motivos para esse estranhamento são variados. Para os responsáveis por contratar novos funcionários em uma empresa, a ausência de perfil em algum site de relacionamento pode indicar que o candidato teve sua conta deletada por desrespeitar as regras internas, ou que a pessoa tem informações relevantes a esconder, informa uma reportagem do Daily Mail.

Esse é um fato levado em consideração por equipes de Recursos Humanos, que investigam a presença online dos candidatos e podem até rejeitá-los - dependendo do conteúdo encontrado em sites como o Facebook, aponta uma pesquisa da empresa de monitoramento Reppler. É também possível que a pessoa ganhe pontos para uma eventual contratação - através do feedback positivo de amigos e antigos chefes, por exemplo, revela a Forbes.

De uma maneira parecida, psicólogos veem a existência de perfis na web como indicativo de uma vida social ativa e saudável. Por outro lado, interações predominantemente virtuais podem reforçar sentimentos de ansiedade no mundo real, offline. Essa exclusão digital, para alguns especialistas, poderia também significar a falta de amigos no mundo real, de acordo com o Mashable.

A revista alemã Der Taggspiegel chegou ao extremo de fazer analogia ao fato de que dois autores de massacres recentes - Anders Behring Breivik, responsável pelas mortes de 77 pessoas ano passado na Noruega, e James Holmes, que matou 12 pessoas em um cinema nos Estados Unidos - tinham este aspecto em comum: a ausência de participação em redes sociais. Eles mantinham perfis em sites obscuros, porém nenhuma página levava seu nome nas maiores redes sociais.

Tantas alegações deixam ao menos uma pergunta: a suspeita que recai sobre "fantasmas virtuais" é suficiente para negar uma vaga de emprego, ou acreditar que esse é um passo para a formação de um psicopata? Dificilmente. Porém, conforme as redes sociais se tornam mais difundidas - e se mostram duradouras, em vez de passageiras - é inevitável que alguém sem perfil no Facebook, por exemplo, tenha de arcar, frequentemente, com a pergunta, de empregadores, psicólogos, amigos: "por quê?".

9 de jul. de 2012

Hoje é o último encontro de Desenvolvimento de Liderança com a turma da tarde na Bettanin. Vou sentir saudades daquele pessoal, mas tenho certeza que contribui com o seu desenvolvimento tanto na carreira quanto no pessoal!







15 de jun. de 2012

Veja o que mais reprova candidatos a estágio em processos seletivos

Queridos seguidores, falando em erros na entrevista/seleção, segue mais uma reportagem, desta vez para os estagiários!

Fonte: G1

Um levantamento feito pelo Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), entre janeiro e maio deste ano, com 4.464 candidatos, aponta que 62% dos candidatos a estágio foram reprovados nos processos seletivos.
Os erros no teste ortográfico lideram o ranking, com 40%. Na sequência vem o baixo desempenho em raciocínio lógico, com 21%. Nessa etapa, o teste é dividido em três partes: verbal, numérico e abstrato. De acordo com Aline Barroso, supervisora de seleção do Nube, a falta de leitura influencia muito para isso ocorrer.

O mau desempenho na comunicação e no vocabulário durante as apresentações e atividades em grupo representam 12% das eliminações, seguido de falta de competências exigidas pelas vagas, com 10%. “As habilidades variam de acordo com cada oportunidade. Umas exigem criatividade, outras flexibilidade e iniciativa. Entretanto, ter fluência é essencial e as mulheres são as mais desaprovadas nesse quesito”, diz Aline. Segundo ela, erros de concordância, gírias e escorregões no português não são bem vistos no momento de das apresentações e atividades em grupo.
O índice de desclassificação na apresentação pessoal é de 7%, e na linguagem corporal, de 5%. “Ou seja, muito alto se levarmos em conta o fato de não ser segredo para ninguém a importância dessas exigências”, diz Aline. A deficiência no inglês vem em último lugar, com 5%. “Saber idioma já não é mais diferencial, é imprescindível”, afirma Aline.

De acordo com Aline, dentro da apresentação pessoal avalia-se a higiene e as vestimentas, já na linguagem corporal são observadas a postura e a educação. “Muitos passam por todos os requisitos, mas acabam sendo desclassificados por falar enquanto seus colegas se apresentam, por não demonstrar interesse na vaga e, principalmente, por pecar na imagem e estar vestidos inadequadamente, com saias curtas ou cabelo bagunçado, por exemplo”, explica a supervisora. De acordo com a pesquisa, quem mais peca nessa etapa são os homens.

Fatores que reprovam Índice
1- Erros em testes ortográficos 40%
2- Baixo desempenho em raciocínio lógico 21%
3- Mau desempenho na comunicação e no vocabulário durante as apresentações e atividades em grupo 12%
4- Falta de competências exigidas pelas vagas 10%
5- Problema na apresentação pessoal 7%
6- Problema na linguagem corporal 5%
7- Deficiência no inglês 5%

14 de jun. de 2012

Quer ser bem-sucedido na carreira? Veja 7 dicas do que não fazer

By Infomoney

Atualização constante, habilidades comportamentais, inglês fluente. Todos esses itens fazem parte da lista básica de quem quer ter sucesso na vida profissional. Entretanto, segui-los à risca pode não ser o suficiente, se a pessoa não evitar atitudes e comportamentos inadequados.
 
De acordo com o especialista em estratégias empresariais e professor da Universidade Mackenzie e FGV-RJ, Marcos Morita, agir e não pensar, por exemplo, é uma das sete dicas do que não fazer para ser bem-sucedido na carreira.

Na opinião dele, não parar de tempos em tempos para avaliar as próprias atitudes e comportamentos pode ser um erro fatal. “Pare de vez em quando e converse com seu superior, colegas e subordinados de maneira aberta, solicitando que pontuem sobre suas atitudes e comportamentos”, diz.

Dicas
Abaixo, as outras seis atitudes que devem passar bem longe de quem quer alcançar o topo:

“Cuida do seu, que eu cuido do meu!Certamente, você já deve ter escutado frases como: “isto não é de minha responsabilidade”, ou “não sou pago para isso”. Entretanto, segundo Morita, ainda que haja colegas que, realmente, abusam da boa vontade alheia, antes de responder, o ideal é ver se realmente a questão não é de sua alçada e se não há mesmo como colaborar.

“É melhor não fazer, vai que eu erre!” O medo de errar também é muito prejudicial à carreira. Para o especialista, dentro de padrões aceitáveis, o erro demonstra a proatividade do colaborador. "Prefiro os que erram por fazer, as que não fazem por medo de errar", diz.

"Tchau. Já deu o meu horário." Quem quer ser bem-sucedido na carreira precisa ser flexível. Em outras palavras, a pessoa não precisa ficar até mais tarde todos os dias, mas deve se mostrar disponível ao perceber que a equipe está em apuros.

“O problema é esse, como você vai resolver? Problemas devem ser resolvidos, entretanto, profissionais que sempre levam problemas à chefia imediata, sem propor soluções, acabam ficando com uma imagem negativa. Ou seja, se vai levar a farinha, entregue ao menos a receita.

“Tive uma ideia, mas acho melhor ficar na minha.” Engana-se quem pensa que somente aqueles que possuem altas posições podem fazer a diferença. Na opinião de Morita, os profissionais devem ter ideias, sugerir, implementar e divulgar. “Grandes sacadas surgem na linha de frente, a qual convive e vive os problemas dos clientes no dia a dia”.

“Desculpe-me, não sou político.” Muita gente torce o nariz para essa estrategia, mas o fato, explica o especialista, é que alianças e coligações devem fazer parte do dia a dia, independentemente do nível hierárquico do profissional ou função. “Em situações de estresse e alta demanda, é o bom relacionamento que muitas vezes fará com que seu pedido seja atendido com prioridade por outro colega de trabalho”.

26 de mai. de 2012

As 5 mentiras mais contadas no currículo

Quatro em cada dez currículos contém informações falsas, exageradas ou omitidas

Fonte: Exame.com

São Paulo - "A verdade é bela, sem dúvida, mas a mentira também", escreveu, certa vez, o ensaísta americano do século 19, Ralph Waldo Emerson. Na competitividade da vida moderna é cada vez mais difícil não lançar mão das belas artimanhas da autopromoção para destacar-se. Vale de tudo, até mesmo falsificar informações no currículo, idealizando ou exagerando competências. A prática se tornou tão comum que já tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei para torná-la crime sujeito a pena de detenção. No ano passado, até a candidata à presidência da República Dilma Roussef foi acusada de inflar o documento com títulos que não possui.
"Em média, 40% dos currículos trazem algum tipo de informação inverídica", diz Vander Giordano, diretor executivo da Kroll, empresa que atua há 40 anos na área de consultoria em gerenciamento de risco. Em um ano, a demanda da empresa pelo chamado "background check" - um serviço de levantamento dos antecedentes escolares, profissionais e até criminais do candidato - aumentou cerca de 25%.
"Não importa quão inocente possa parecer, a mentira desfaz a credibilidade do candidato e pode gerar até um colapso permanente da confiança", afirma a consultora Juliana Nunes, da Asap. Para evitar constrangimentos ou até, quem sabe, um processo criminal no futuro, o melhor é manter o pé na realidade e optar pela honestidade, sempre. A seguir, saiba quais são as cinco mentiras mais contadas nos currículos, e cuide para manter-se longe delas.

1 - Idiomas:
  É a mentira mais popular e também a mais fácil de ser identificada. Um simples teste ou uma conversa com o recrutador são suficientes para checar a proficiência no idioma. Trata-se daquele inglês "básico" que no currículo aparece como "avançado". Segundo Juliana, nem sempre o candidato age de má fé. "O problema é de percepção. A pessoa acha que domina a língua mas, na prática, tá enferrujada", diz. Portanto, cuidado ao colocar no currículo que você é fluente numa língua. Procure explicar esse grau de fluência, caracterizando separadamente as habilidades de "fala", "escrita" e "leitura". 

2 - Motivo de saída da empresa:
Demissões não costumam ser bem vistas. Mas isso não é motivo para transformar uma dispensa individual em uma demissão em massa ou extinção de setor. "É comum os candidatos afirmarem que foram mandados embora porque a empresa onde trabalhavam passou por uma reestruturação ou que o setor onde atuavam foi extinto", diz Giordano. Se percebida, a mentira sobre os motivos da saída de empregos anteriores pode passar a impressão de que o candidato quer esconder algo.
Para evitar que um possível erro do passado influencie na conquista do novo emprego, o especialista recomenda uma saída ética: "Limite-se a dizer que não estava sendo bom nem para você nem para a empresa". Caso você não tenha se adequado bem ao trabalho anterior, não se preocupe. Em geral, problemas de adaptação cultural são justificativas legítimas para desligamento. 

3 - Exagerar responsabilidades e salários:
Aqui, um projeto realizado em equipe pode virar um triunfo pessoal no currículo. Exageros de competência acontecem aos montes, porém, nem sempre se sustentam. Principalmente, se recrutador pedir para o candidato especificar suas atribuições e as dos demais envolvidos no projeto. Para responder, o candidato precisa recriar e distorcer toda a história, e no meio do caminho..."Eles sempre se enrolam, não conseguem dar informações especificas sobre o seu papel, nem os dos outros participantes", conta Juliana. 

Outro tiro no pé, segundo a consultora, é a artimanha de aumentar o salário do emprego anterior para tentar cifras maiores na nova oportunidade. "Isso pode ser tornar um entrave à contratação", alerta Juliana. "A empresa nem sempre tem condições de cobrir o salário anterior".


4 - Tempo de trabalho:
O tempo que se dedicou à empresa  também costuma ser mudado ou omitido pelos candidatos. Seja porque a pessoa ficou pouco tempo naquela posição e teme ser vista como instável ou com nível de empregabilidade baixo, seja porque a empresa é mal vista no mercado. Em qualquer caso, vale dizer a verdade no currículo e explicar os motivos durante a entrevista.
Para quem tem vergonha de dizer que estava desempregado esticar em alguns meses a permanência no emprego anterior pode ser até aceito pelo selecionador. Do contrário, desista de tentar manipular datas. "Aqui, a mentira tem perna curta mesmo, sendo facilmente constatada pelos  checadores ao ligar para empresas ou observar a carteira de trabalho", diz Giordano.

5- Formação:  Não minta sob qualquer hipótese sobre sua formação. Além de ser um critério bem objetivo, você pode simplesmente não conseguir executar uma função pela falta das competências. Bom senso não faz mal a ninguém. Um curso de artes no exterior para turistas, por exemplo, não é o mesmo que uma pós-graduação internacional. Assim como um MBA pela metade não representa um MBA completo. Seja honesto e inteligente.  Afinal, qualquer exigência de certificado é suficiente para desmascarar a mentira.

4 de mai. de 2012

Conheça 10 mitos sobre a escolha da carreira

Segundo especialista em Recursos Humanos, Maria Bernadete Pupo, a escolha deve ser baseada principalmente nas vocações da pessoa

A escolha da profissão pode deixar alguns jovens “de cabelo em pé”. Neste momento, é comum surgirem dúvidas, insegurança e medo de optar pela carreira errada. Nesta horas, os palpites e as sugestões de familiares e amigos, apesar de bem-intencionados, podem atrapalhar ainda mais.
A consultora de Recursos Humanos e coach, Maria Bernadete Pupo, aponta os principais mitos que cercam esta questão. Confira abaixo.

Dez mitos

Escolher uma carreira é simples
- O truque de se inscrever em vários vestibulares de áreas diferentes e esperar para saber em qual curso foi aprovado poderá resolver a dúvida no princípio. Entretanto, se o estudante não gostar do curso, ou terminará a faculdade a contragosto ou voltará à estaca zero, tendo de optar de novo por outro curso. Para evitar que isso aconteça, é fundamental a reflexão. “A escolha da profissão deve ser baseada nas vocações da pessoa. Isso ela saberá por meio da autorreflexão”.

Um profissional pode me dizer que profissão devo escolher - De maneira nenhuma, a escolha da profissão cabe apenas à pessoa. O especialista poderá ajudar no processo de autodescobrimento. “O profissional deve conduzir este processo, para que quem esteja em dúvida descubra suas vocações, mas nunca escolher por ele”.

Dificilmente ganharei minha vida com um hobby - Geralmente, o hobby é algo que a pessoa ama fazer e, quando se trabalha com o que se gosta, a chance de ser bem-sucedido é muito maior. “Muitas pessoas não se dão conta disso e deixam passar esta oportunidade. Quem ama o que faz trabalha com brilho nos olhos”.

Devo escolher carreiras em que faltam mais profissionais no mercado - Não é porque faltam profissionais na área da Engenharia e TI (Tecnologia da Informação) que estas profissões devem ser escolhidas. A especialista alerta que o apagão de profissionais pode ser algo momentâneo. “O mercado é muito dinâmico, tudo muda rapidamente. Quem disse que faltarão engenheiros daqui a 10 anos?”, questiona a consultora.

Profissões que estão na moda podem garantir mais empregabilidade - Nem sempre. Se a pessoa trabalhar com algo de que ela não gosta, só porque há muitas oportunidades no mercado, será um profissional sem motivação e isso refletirá em sua empregabilidade. “Quem se baseia em fatores externos tem mais chance de ser malsucedido”.

Ganhar dinheiro é o que mais importa na escolha da carreira - “É a mesma coisa de colocar o ter no lugar do ser”. O dinheiro, na escolha da carreira, é algo superficial. Segundo a especialista, em algum momento, o retorno financeiro não será o suficiente para que o profissional se sinta feliz e satisfeito. “Conheço pessoas que não ganham tão bem, mas são muito felizes em suas carreiras”.

Se seguir os passos do meu pai/mãe, tudo será mais fácil - Pode até ser que exista facilidade, mas, se a pessoa não tiver vocação para aquela profissão, também será infeliz na sua escolha. “Se for uma imposição dos pais, o profissional trabalhará por trabalhar, sem vontade e sem motivo”.
Ao escolher uma carreira, ficarei sempre preso a ela - Como o mercado é dinâmico, é possível ingressar em outra área ou até mesmo escolher outra profissão. “Muitas pessoas vão em busca do plano B, como dar aulas, ser consultor, abrir um negócio, quando algo está incomodando na carreira”.

Se eu mudar de carreira, tudo que eu aprendi (competências técnicas) não será aproveitado - Conhecimento sempre é aproveitado. Talvez o profissional não utilize diretamente suas competências técnicas, mas, indiretamente, elas poderão ser aproveitadas. “Já vi pessoas que se formaram em RH, mas trabalham na área financeira. Elas continuam usando o que aprenderam na faculdade, que é lidar com pessoa, mas de uma maneira indireta”.

A escolha da carreira deve estar sempre atrelada à graduação - É possível pensar em uma carreira sem ter o Ensino Superior. Um curso profissionalizante pode, sim, oferecer uma carreira ao profissional. Um setor que tem gerado muitas oportunidades é o de serviços, que não precisa obrigatoriamente que o profissional tenha completado o Ensino Superior.

26 de fev. de 2012

Entrevista de emprego: quais os pontos-chave para se preparar?

Tudo começa com a apresentação pessoal, dizem especialistas; estudar a empresa e ser curioso podem fazer a diferença.

A entrevista de emprego é um momento complicado para qualquer profissional, tanto para os extrovertidos quanto para os tímidos e extremamente ansiosos. Isso acontece basicamente porque o candidato sabe que os próximos minutos serão decisivos para o seu futuro profissional. Acabar com esse problema não é possível, mas algumas dicas de preparação podem ajudar bastante o candidato.
Para os especialistas consultados pelo InfoMoney, tudo começa com a apresentação pessoal. Antes de seguir para a entrevista, o candidato deve ter bastante cuidado com o que vai escolher para vestir, observando não só a roupa, mas também detalhes que vão desde cabelo bem arrumado até unhas feitas.

Pesquise e entenda
O professor de inteligência de mercado da FIA (Fundação Instituto de Administração) e UFPR (Universidade Federal do Paraná), Ramiro Gonçalez, ainda sugere que o candidato faça uma pesquisa prévia para entender a cultura organizacional da empresa para a qual está se candidatando. Algumas empresas, por exemplo, adotam um dress code bastante descontraído, com seus diretores usando tênis em plena segunda-feira. Outras, por outro lado, exigem a vestimenta completa: terno, gravata e sapato social.
Para não errar, é importante fazer uma boa pesquisa. Sempre lembrando que, na dúvida, opte pelo formal. Ir a uma entrevista de emprego vestindo algo muito informal é sempre arriscado. Além de ser mal avaliado pelos empregadores, você pode não se sentir confortável, o que se vai refletir no seu desempenho durante a entrevista.

Qual o seu perfil?
Gonçalez reconhece que a forma como o candidato se veste não será extremamente importante. “As empresas mais modernas não têm uma avaliação tão rigorosa em relação ao vestuário”. Porém, suas roupas podem ser um filtro. Na prática, conforme explica o professor, se a empresa está buscando um profissional inovador, que “pensa fora da caixa”, ela pode se sentir mais motivada a selecionar aquele que não tem aquele perfil de vestimenta tão padronizado, certinho e alinhado.
Por outro lado, seja a empresa que for, se ela quer um profissional para trabalhar na área de atendimento ao cliente, a apresentação pessoal vai contar muito. Lembre-se de que, neste caso, a empresa está buscando candidatos para representá-la, para ser a cara da empresa diante os clientes.

A listinha
Além de pensar e refletir muito bem sobre qual roupa você vai usar, outra dica de preparação diz respeito à conversa que você terá com o selecionador. Os especialistas sugerem que o candidato faça uma pequena lista de perguntas que possivelmente serão feitas durante a entrevista e tente respondê-las em casa.
Perguntas como: “Quais os seus maiores defeitos?” “Quais suas principais competências?” “Quais os principais desafios que você superou na sua trajetória profissional?” normalmente fazem parte de uma entrevista de seleção, e estar pronto para elas pode ajudar. Mas a diretora Regional Interior SP da Business Partners Consulting, Viviane Gonzalez, alerta: “preparação demais também não é bom”.
Se você se prepara demais, a entrevista pode ficar muito forçada. As frases feitas, por exemplo, são erros que podem custar a oportunidade do candidato. Preparar-se quer dizer que você deve pensar sobre o assunto, refletir, na calma do lar, sobre sua trajetória profissional, sobre seus feitos e suas competências. Não quer dizer que você deve fazer uma lista de perguntas, respondê-las de acordo com o que acha certo e decorar.

Seja transparente
“Para a entrevista fluir bem, o profissional tem que ser transparente, sincero e ter calma”, ressalta Viviane. No caso específico da transparência, Viviane explica que não se deve mentir nunca e em nenhum ponto. Por exemplo, se você acha que, para conquistar a vaga, deve dizer que adora interagir com pessoas e de participar de reuniões, mesmo que você não suporte isso, você possivelmente se frustrará se conseguir o trabalho, pois você não é adequado para a vaga.
Se disser que sabe inglês perfeitamente, o selecionador pode simplesmente começar a falar com você em inglês e querer terminar a entrevista em tal língua. Outro ponto que é importante levar em consideração é que tudo pode acontecer em uma entrevista de emprego. O selecionador pode pedir que você faça qualquer tipo de teste. Se você é um profissional, tem experiência anterior e conhecimento técnico, não há nada de errado em ser submetido a um teste. O importante é saber que isso pode acontecer.
Lembra daquele ditado: a prática leva à perfeição? Bom, ser um perito em entrevistas de emprego não é algo tão fácil de conseguir. Mas praticar bastante certamente vai ajudá-lo. Assim, mesmo que você não estiver 100% interessado em determinada vaga, vá na entrevista assim mesmo. Há diversos aprendizados nesse tipo de estratégia. Primeiro, você descobre como o mercado está selecionando o pessoal. Segundo, uma entrevista de emprego vai deixar de ser um evento grandioso para você.
Mas vale tomar um cuidado. Mesmo que você não esteja tão interessado, é importante dar o seu melhor durante a entrevista, sem estragar sua imagem para futuras oportunidades naquela empresa, ou seja, para posições que podem ser 100% do seu interesse.

RH e gestor
O processo seletivo de uma empresa pode contar com uma, duas, três ou até mais entrevistas. A primeira pode ser com a área de recursos humanos e a segunda com o gestor. Pode haver apenas uma entrevista, com ambos profissionais. A dica é a seguinte: o RH tem um foco um pouco diferente dos gestores.
De acordo com Gonçalez, o recursos humanos normalmente está mais interessado em avaliar habilidades de relacionamento, ou seja, como você interage com as pessoas, como se relaciona, como se comporta. Já o gestor quer saber como você pode contribuir para resolver os problemas da área.
Então, se a entrevista for com o RH, foque nas suas habilidades de relacionamento interpessoal; se for com o gestor, mostre como você vai ajudá-lo a resolver os problemas.

Fonte: Infomoney

7 de dez. de 2011

Palestra sobre Gestão de Carreira na UNIMED Porto Alegre dia 03/11/11. Valeu UNISINOS pela oportunidade!

18 de nov. de 2011

25 dicas para se dar bem na carreira

  25 dicas para se dar bem na carreira

Quem pensa que contatar pessoas somente em redes sociais ou distribuir cartões corporativos são garantias para um bom networking, está enganado! Veja dicas para um networking de qualidade

Você sabia que 70% das contratações são resultados de um bom networking? Foi exatamente o que apontou o estudo feito pela Right Management, consultoria organizacional especializada em gestão de talentos e carreira. O estudo revelou que manter uma rede de relacionamento pode fazer a diferença no momento de realizar novos negócios e, principalmente, procurar um emprego.

A justificativa para isso se deve a confiança que uma indicação proporciona para alguma determinada oportunidade. A crescente necessidade das empresas em acertar na escolha dos profissionais que vão integrar suas equipes facilita as indicações, pois, quando um profissional vem indicado, ganha, de certa forma, a "chancela" de outro profissional sobre sua capacidade.

Mas, embora muito se fale sobre networking é comum encontrar pessoas que não sabem exatamente como por em prática o seu, ou como exatamente funciona isso.

Segundo Carmem Velloso, consultora de gestão de carreiras da Right Management, "o networking se traduz na troca de informações que podem acontecer em qualquer ambiente, seja no trabalho, no curso de idiomas ou em uma roda de amigos".

Para a jornalista e especialista em marketing Clarice Pereira, da LINK Portal da Comunicação é importante que essa troca de informações aconteça de maneira informal e a pessoa esteja disposta tanto a "doar" quanto a "receber". "Converse, troque ideias, se apresente, explique os seus objetivos e tenha certeza que a pessoa que está recebendo as informações compreendeu seus objetivos e a sua atuação profissional" explica Clarisse.

Cultivar o Networking

Uma dica apontada pela consultora da Right, Carmem Velloso, é dar continuidade ao relacionamento após a troca de informações. Cultivar o networking, ainda que o profissional esteja empregado, é uma alternativa para estar bem informado, além de transmitir suas reais habilidades para outras pessoas, assim como seus interesses.

Mesmo com a correria do dia a dia e o acumulo de tarefas, os profissionais acabaram criando novos hábitos para a troca de informações. A internet pode ser um meio de contato com novas pessoas, as redes sociais provam isso. Porém, se achar que adicionar simplesmente contatos sem nenhum critério aumenta seu poder de relacionar-se no mundo analógico, você pode sofrer alguma decepção.

Por isso, é importante que o profissional não negligencie os encontros pessoais. "Usar a tecnologia e a disseminação das redes sociais é importante sem dúvida, mas o contato presencial continua sendo a melhor maneira de aplicar o networking. Reserve um horário para rever àquela pessoa que não encontra há algum tempo" aconselha Carmem Velloso.

A especialista Clarisse Pereira revela também que não é de bom grado procurar as pessoas apenas quando precisa de um favor. "Ao invés de passar uma imagem positiva, a atitude pode causar uma impressão contrária", avalia. "Ganhar a confiança do outro leva tempo e investimento pessoal", acredita. Por isso fica difícil cultivar um relacionamento verdadeiro com centenas e milhares de pessoas simultaneamente. Nesses casos, as relações serão superficiais e no momento necessário, esses contatos não se motivarão por sua causa.

Quantidade não é qualidade

Vale lembrar que quantidade não é sinônimo de qualidade e este conceito pode ser aplicado aos sites de relacionamento. Segundo Carmem Velloso, na lista de contatos deve constar pessoas com as quais exista uma relação de troca de informação. "Construa boas histórias com as pessoas, essa é a melhor receita para gerar boas memórias sobre você.", afirma à executiva.

Reuniões, palestras, cursos, eventos, conferências, atividades de lazer, entre outras formas de aproximação, são algumas formas para se construir relacionamentos duradouros.

Vejam dicas das duas consultoras para construir um networking adequado e se dar bem na carreira:

1) Estabeleça um link de relacionamento (um assunto em comum) com o outro contato;
2) Cuide para ser uma pessoa interessante. Isso inclui ler, ir ao teatro, cinema, estar bem-informada, etc.
3) Tenha em mente quais são as suas habilidades e competências;
4) Planeje antes de fazer o contato e o faça de maneira personalizada;
5) Conduza a conversa;
6) Saiba se expressar e seja claro para garantir que a pessoa esteja recebendo a informação corretamente.
7) Certifique-se de que a pessoa entendeu as suas intenções;
8) Seja você mesmo;
9) Partilhe idéias e convide o interlocutor para opinar sobre elas;
10) No primeiro contato por telefone, pergunte da disponibilidade do ouvinte em falar com você naquele momento. Caso a pessoa esteja ocupada, ligue novamente. Há pessoas que esquecem de retornar a ligação;
11) Mantenha o canal aberto para novos contatos;
12) No caso da busca por uma oportunidade de trabalho, tenha controle das pessoas com quem conversou; quando e o que foi dito;
13) Cuide da história que você está construindo;
14) Mantenha atualizada sua rede de contatos;
15) Planejar é fundamental;
16) Saiba quais os eventos que acontecem sobre o tema, e se possível, esteja presente;
17) Estude o assunto para não cometer gafes;
18) Não fale mal dos outros;
19) Quando abordar uma determinado assunto, seja claro e natural;
20) No caso de precisar de um favor, perceba se a pessoa entendeu suas intenções;
21) Marque presença junto à sua rede de relacionamentos;
22) Avalie se o novo contato vai lhe acrescentar algo, lembre-se que a relação é de troca;
23) Tenha à mão seus cartões pessoais;
24) Entenda um pouco de tudo e não se restrinja apenas à sua área profissional;
25) A sua dica!

Queremos saber o seu conselho na busca de conquistar uma carreira de sucesso.

fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/25-dicas-para-se-dar-bem-na-carreira/35636/

11 de nov. de 2011

No dia 04/11/11 a ISOSERVICE Consultoria e Gestão Empresarial recebeu o Prêmio Destaque do Ano da Revista Rua Grande de São Leopoldo - RS. É um reconhecimento aos profissionais, empresas, entidades que fizeram um trabalho de destaque durante o ano. Foi muito bacana receber o prêmio juntamente com o meu sócio e principal gestor da empresa Maiquel Moretti. Na foto, nós com Aldine e Méure, consultoras da ISOSERVICE. Parabéns a equipe por mais esta conquista!

9 de nov. de 2011

Os atributos do novo líder

Fonte: Portal HSM
O que se espera dos líderes atuais, para que sejam líderes inspiradores, é que se libertem de mitos enraizados e se fortaleçam com novas competências. Segundo o consultor César Souza, para o líder mudar de patamar e passar a ser um líder inspirador, é necessário, antes de qualquer coisa, se libertar de alguns conceitos que são verdadeiros dogmas. São eles:

- A liderança está no cargo: nem sempre. Muitas vezes, não é preciso ter um cargo para ser um líder.

- Todo líder tem carisma: outro mito. Não adianta ter só simpatia, bom-humor, boa argumentação. Isso é parte, mas não é tudo. Se não houver um propósito, o “brilho no olho” não encanta.

- O líder já nasce pronto: Não é verdade. Há casos de líderes que foram se formando ao longo do tempo.

- Há um perfil ou estilo ideal de liderança: Não existe. Não há um “modelo pronto” de liderança. A maioria dos líderes que são exemplos hoje não se espelhou em ninguém; eles seguiram o que havia dentro de si.

- Um líder tem seguidores: Para uma causa se espalhar e ganhar representatividade, um líder tem que formar novos líderes, não seguidores. O líder inspirador tem pessoas em torno de si, não atrás de si.

Para César Souza, além de estar atento ao contexto do mundo reconfigurado, conciliar tangíveis e intangíveis, integrar (“construir pontes”), equilibrar curto prazo e longo prazo e ter liderança em todos os níveis, o líder inspirador tem que ter cinco valiosas competências:

1) Construir causas com sua equipe

É fundamental, para ser um líder inspirador, trabalhar em favor de uma causa, ter um propósito, empunhar uma bandeira. Isso dá orgulho e significado à vida das pessoas. “As pessoas não querem apenas ser cobradas para atingir metas. Quando sabemos o porquê de uma ação ou de um projeto, suportamos mais facilmente o ‘como’, porque entendemos”, explica César Souza.

E, quando a causa está alinhada com a causa da empresa, tudo se torna mais fácil ainda.

2) Formar outros líderes

Ponto de crucial importância. As pessoas têm que trabalhar em um ambiente que propicie oportunidades de crescimento.

Nesse sentido, o líder inspirador deve formar outros líderes, não ter seguidores. Para tanto, deve ter o foco no engajamento.

3) Liderar 360º

Não basta somente liderar a equipe. O líder inspirador tem que ter uma gestão engajada também com parceiros, terceirizados, clientes, fornecedores, comunidades e outros públicos.

A gestão deve ser integradora, não se prendendo aos limites das “paredes” da organização.

4) Fazer mais que o combinado

Surpreender pelo resultado contribui para inspirar. Por exemplo: conquistar um cliente difícil; resolver uma pendência espinhosa da comunidade; receber um pagamento com o qual não se contava mais; se relacionar de forma diferente e alcançar resultados diferentes etc.

5) Inspirar pelos valores

Valores como integridade, seriedade e ética, quando aplicados no dia a dia, nos comportamentos e nas atitudes, inspiram mais do qualquer hierarquia.

Da mesma forma, não vale seguir os valores dentro da empresa e, em casa ou em outros ambientes, adotar uma postura completamente diferente. O líder tem de ser inspirador “24 horas”.


Para formamos líderes nessas competências, César Souza diz que é necessário que as empresas estruturem uma “Fábrica de Líderes”. Para tanto, tem que dar ênfase nas competências mencionadas, desenvolver líderes em todos os níveis, identificar e engajar os líderes da Geração Y e ter um plano de sucessão – esse, segundo ele, um grande problema nas empresas atualmente.

“Temos que buscar a inspiração. Para termos um mundo melhor e para sermos melhores. Que cada um de nós consiga construir isso dentro de sua alma”, resume César Souza.

Ele finaliza citando alguns exemplos de lideranças inspiradoras:

- Zilda Arns: tinha 276 pessoas vinculadas a ela na Pastoral da Criança.
- Irmã Dulce
- Nelson Mandela
- Bernardinho
- Carlinhos de Jesus
- “Almir do Picolé”, que vende picolé a um real em Sergipe e construiu uma rede comunitária em torno de si.
- “Zé Pescador”, da Ilha de Itaparica. Fundou uma ONG, com a finalidade de transformar os hábitos dos pescadores e impedir a pesca predatória na ilha.
- João Batista, motorista de táxi em São Paulo, que estabeleceu como propósito ser o melhor taxista da cidade, e passou a inspirar os colegas.

20 de out. de 2011

Como um profissional pode gerenciar seus pontos fortes

Exagerar nos pontos fortes pode se tornar uma armadilha para o profissional. Saiba como se manter em equilíbrio.

Joana Porto  Você S/A

Valorize seus pontos fortes. Provavelmente,  você já recebeu essa orientação  algumas vezes em sua carreira. É um ótimo conselho e faz todo o  sentido. Afinal, se você já tem uma aptidão natural, investir nessa habilidade parece ser o caminho mais eficaz para obter bons resultados. Pelo mesmo raciocínio, tentar aprimorar pontos fracos soa como perda de tempo, já que você dificilmente se tornará excelente naquilo em que tem pouca ou nenhuma vocação. Esse é o senso comum que baseia escolhas de carreira e decisões diárias da maioria dos profissionais. Esse modo de pensar e agir não está errado, mas tem limites — e pouca gente percebe isso.

Se você se apoia demais em uma competência, corre o risco de pecar pelo excesso. E aí o que era qualidade vira defeito. "Ao se concentrar em um determinado comportamento que julgam positivo, os profissionais são incapazes de perceber o próprio exagero", diz em entrevista a VOCÊ S/A o consultor americano Robert E. Kaplan (não confundir com o guru quase homônimo Robert S. Kaplan, criador do método Balanced Scorecard), que publicou um artigo recente sobre o assunto na edição americana da revista Harvard Business Review. Dono de uma ferramenta de avaliação de desempenho 360o, Kaplan fez uma pesquisa com 1 200 gerentes e diretores e constatou que 55% deles são acusados por pares e subordinados de exagerar na dose em pelo menos um comportamento.

As pessoas tendem a se focar em um determinado comportamento, algo que pode ter sido reconhecido como qualidade em alguma empresa ou que favoreceu o profissional em uma determinada situação. “O que funcionou no passado serve como um reforço de imagem para o profissional”, diz Marcelo Cuellar, gerente da divisão de RH da Michael Page. Como exemplo, basta pensar em um executivo de vendas que tem como característica o espírito empreendedor, no qual coloca suas fichas. Ao se concentrar apenas na execução, ele deixa de pensar nos assuntos estratégicos — e aí seu desempenho cai.

A culpa não é apenas do profissional. Segundo Robert Kaplan, os processos de desenvolvimento de liderança e de avaliação de desempenho, na maioria das vezes, dividem as qualidades entre fortes e fracas e ignoram quando o pêndulo da balança pende exageradamente para o extremo mais favorável ao profissional. “Os instrumentos de avaliação não consideram uma lição fundamental de décadas de investigação sobre falhas comportamentais: mais não é sempre melhor, e executivos perdem seus empregos quando seus pontos fortes viram fracos com o uso exagerado”, diz o especialista. Kaplan diz que é possível detectar e corrigir os excessos, as que este exercício exige atenção diária e leva tempo. Trata-se de uma escolha complexa: como abandonar um hábito que até agora era visto como positivo. Kaplan sugere perguntar aos colegas: “O que mais preciso fazer?”, “O que devo parar de fazer?” e “O que devo continuar fazendo?”.

Como descobrir se você exagera na dose

1. INCENTIVE O FEEDBACK
Incentive os colegas a lhe darem feedback. “As pessoas é que vão dar o sinal amarelo”, diz David Lingerfelt, diretor da consultoria Mariaca, de São Paulo. Robert Kaplan sugere perguntar aos colegas: “O que mais preciso fazer?”, “O que devo parar de fazer?” e “O que devo continuar fazendo?”.

2. QUESTIONE-SE
Quais as características que você gostaria de ter como líder? Faça uma lista e cheque se você está utilizando-as em excesso. Segundo Robert Kaplan, o exercício força a pensar em um novo caminho, em desafiar alguns de seus paradigmas sobre liderança. Depois de diagnosticar o problema e tomar consciência da necessidade de mudança, é preciso exercer o novo comportamento. “Desfaça o gatilho antes de agir de determinada maneira, sempre com muita disciplina e determinação”, diz Fernanda Pomin, sócia-diretora da Korn/Ferry.

3. BUSQUE O EQUILÍBRIO
Quanto maior a sua preferência por um estilo de liderança, maior a falta de afinidade com o seu oposto. “Aprender outro comportamento é um exercício para se criar um novo repertório”, diz a diretora de desenvolvimento da Right Management, Marisabel Ribeiro. Assim, você terá dois repertórios e será hábil para escolher o mais apropriado diante de uma nova situação.

Exageros mais comuns
Politiqueiro Tem talento para o jogo corporativo. Mas, de tanto fazer política, começa a soar falso. Fala muito e entrega pouco. As ações são diferentes do discurso.COMO CORRIGIR:As pessoas esperam opinião, decisão e assertividade desde que na medida certa. Não se comprometa com tarefas que não você não é capaz de concluir.

AutoconfianteA confiança é um componente do sucesso. Mas o excesso dela leva o profissional a ignorar ou a menosprezar opiniões divergentes, prejudicando o próprio trabalho.
COMO CORRIGIR:“Valorizar-se demais é uma defesa às próprias fraquezas”, diz Fernanda Pomin, sócia-diretora da consultoria Korn/Ferry, de São Paulo. Procure enxergar as qualidades de cada integrante da equipe e imaginar como eles podem colaborar com o seu desenvolvimento.

Bicão Ser comunicativo é bom. Abusar dessa qualidade, não. Você pode parecer intrometido e carreirista.
COMO CORRIGIR: Comunicar-se bem é saber falar e, principalmente, ouvir. Você precisa perceber como o seu comportamento está sendo assimilado pelas pessoas a sua volta.

Centralizador O sujeito sabe que é competente, mas centraliza porque só confia em si mesmo na hora de decidir.
COMO CORRIGIR:A responsabilidade é sua, mas aprenda a delegar. “É preciso praticar a confiança”, diz Laura Castelhano, diretora- geral da BPI, consultoria de outplacement, de São Paulo.

ProativoMesmo com a intenção de ajudar e ser resoluto, exagerar na iniciativa pode causar a impressão de que se está passando por cima de um colega ou da equipe.
COMO CORRIGIR:Observe o impacto de suas atitudes. Quando alguém disser “Calma!” ou “Deixa comigo!”, pode estar querendo dizer para você não ir além daquele ponto.

CondescendenteA compreensão é uma qualidade. O exagero, nesse caso, é ser bonzinho demais. Como a centralização, a falta de direção também prejudica a equipe.
COMO CORRIGIR: Sem virar um tirano, organize a equipe em torno do resultado. Se a pessoa pede para sair mais cedo, deixe, mas pergunte quando ela poderá repor se for necessário.

RígidoOrganização, pensamento lógico e rotina são importantes para o gestor. Mas o excesso de rigidez prejudicará o desempenho quando ocorrer algo fora do script.
COMO CORRIGIR: Procure entender que é impossível prever tudo. Quem é organizado já está bem preparado para os imprevistos, falta apenas aceitar que eles acontecem.

13 de out. de 2011

Retrospectiva histórica e tendências de RH


As fases de aplicação de RH  nas organizações:da fase contábil à fase estratégica

Por Mirian Garcia Nogueira


A evolução histórica das mudanças na área de  RH  
  • Fase contábil:(1890- 1930)
O contador como a única figura, e a mais importante da área, pois RH  se resumia a confecção da folha mensal de salários e o conseqüente pagamento.
Não havia qualquer preocupação com as necessidades ou anseios do proletariado.

Fase Legal (1930-1950) 
  • O chefe de pessoal, profissional oriundo de qualquer das áreas profissionais da empresa, comumente um engenheiro, era responsável por todo o controle das leis determinadas pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).
  • Seu principal objetivo era cuidar das rotinas trabalhistas : Freqüência, férias, aplicação de medidas disciplinares, etc.
Fase Sindicalista:( 1950-1964) 
  • A mudança na tradição das relações Capital X Trabalho no Brasil, na qual os sindicatos passaram a ter força de pressão para garantir direitos e avanços , levou os advogados a ocuparem , em um grande número de empresas, a posição de gestores de pessoal.
As mudanças nessas relações deu origem ao gerente de Relações industriais inspirado no modelo do “manager” dos EUA.  

A fase da economia:(1964-1978) 
  • A ditadura militar de 1964, com os mecanismos institucionais, assumiu o controle total da classe trabalhadora, com a tutela do M.T.
A redução da inflação e o crescimento econômico, ainda que de curta duração, trouxeram à cena os Administradores e os Economistas, e surgiu então a área de  RH com atenção para como treinamento e desenvolvimento, cargos, salários e benefícios).
Surgem os psicólogos e pedagogos na área.

A fase estratégica: (1978 em diante) 

Com a progressiva democratização do País, a presença dos trabalhadores na vida econômica ampliou-se, e foram criadas as centrais sindicais de trabalhadores.
As inovações tecnológicas e as crises econômicas mundiais e nacionais reduziram os empregos, gerando novos e crescentes desafios para os profissionais de RH ( que saíram do terceiro escalão para as diretorias estratégicas)
Mais do que uma formação especifica para o profissional de  RH , as habilidades de negociação, a visão estratégica e a capacidade de lidar com as crises que não param de acontecer, são as características exigidas do Diretor de  RH.

O Novo Enfoque  
  • Gestão de Recursos humanos é hoje tarefa de todos os gerentes, quer sejam da área administrativa, tática e/ ou operacional.
  • Os departamentos de  RH  atuam, predominantemente, com funções de consultoria interna, atendendo as outras áreas em suas solicitações e demandas.
E o futuro da área de RH ? 
  • Como pode se imaginar as perspectivas das relações entre o Capital e o trabalho daqui por diante?
  • Como a gestão estratégica de negócios pode ampliar ou reduzir a importância do dito “capital humano”?
Algumas tendências 
  • As decisões mais importantes são tomadas por um colegiado, no qual os empregados têm peso significativo.
  • Operadores de negócios escolhem sua equipe e são estimulados a tomar decisões, sem consultar o supervisor.
  • Grupos autônomos trabalham sem chefes e respondem pela lucratividade resultante de seu trabalho.
  • A avaliação de desempenho é invertida, e os empregados apontam dificuldades de seus chefes.
  • Criação de um “ fundo de excelência de serviços”, constituído por percentagem retirada de cada novo negócio ,é distribuído aos empregados das áreas de apoio.
  • Todos os empregados são avaliados pelo método de 360°, incluindo chefes, colegas, fornecedores,clientes, etc.
Outras 
  • Preocupação com o longo prazo na formação do trabalhador
  • Utilização das múltiplas inteligências do trabalhador
  • Os gerentes são gestores de processos, produtos, talentos, conhecimentos e competências
O que significa ser profissional de  RH 
  • Significa aprender a dominar tanto os processos operacionais quanto os estratégicos
  • Para os gerentes de linha, os novos papéis do RH  exigem respostas específicas, tais como: definir quais são os resultados desejados e viáveis das atividades de RH ;
  •   operacionalizar, medir e comunicar o valor gerado pelo RH; definir as responsabilidades pelas atividades de RH
  • Os profissionais de RH , no atendimento às demandas de seus novos papéis, precisam alcançar as seguintes metas: ser realmente um parceiro organizacional; definir parceiro organizacional em termos de valor gerado; saber distinguir a qualidade corrente e a qualidade desejada dos resultados obtidos em seus processos de trabalho
 
E o que faz o gestor de Pessoas ? 
  • Gerentes assumem as decisões e responsabilidades sobre seus subordinados:recrutam, selecionam, treinam, remuneram, avaliam, promovem,desligam ou aposentam
  • Tratamento específico: horários, salários,
  • Tarefas e metas específicas e individuais.
  • Soluções sob medida,de acordo com as diferenças das áreas organizacionais.
  • O processo de gestão de pessoas é multidisciplinar
  • O processo de gestão de pessoas é contingencial, dependendo do ambiente externo, da tecnologia empregada e do ambiente interno (situação institucional e diretrizes e políticas vigentes na organização)
  • Toda a dinâmica da organização depende, em última instância, da ação e do trabalho do homem .

28 de set. de 2011

Prepare-se para o mercado

OFICINAS DE PREPARAÇÃO PARA O MERCADO DE TRABALHO

SETEMBRO/2011

Prepare-se para o mercado – Oficina: Motivação e Estratégias de Estudo
Dia: 22/09/11 – quinta-feira
Carga Horária: 2h
Horário: das 19h30min às 21h30min
Sala: 1C109
Valor: R$ 15,00
Ministrante: Mariana Webster

Prepare-se para o mercado – Oficina: Networking: construção e manutenção de rede de contatosDias: 27/09/11 – terça-feira
Carga Horária: 1h
Horário: das 19h30min às 20h30min
Sala: Sala 5B109
Valor: R$ 15,00
Ministrante: Talita Raquel de Oliveira

Prepare-se para o mercado – Oficina: Estratégias para a busca de Estágio e TrabalhoDias: 30/09/11 – sexta-feira
Carga Horária: 2h
Horário: das 19h30min às 21h30min
Sala: Sala 1 – Atendimento Unisinos (Centro Administrativo)
Valor: R$ 15,00
Ministrante: Mariana Webster

OUTUBRO/2011Prepare-se para o mercado – Oficina: Preparação para entrevistas de seleçãoDia: 18/10/11 – terça-feira
Carga Horária: 2h
Horário: das 19h30min às 21h30min
Valor: R$ 15,00
Sala: 1C111
Ministrante: Talita Raquel de Oliveira

Prepare-se para o mercado – Oficina: Dinâmicas de grupos em processos seletivosDia: 24/10/11 – segunda-feira
Carga Horária: 3h
Horário: das 19h às 22h
Valor: R$ 25,00
Sala: 1C111
Ministrante: Talita Raquel de Oliveira

Estas atividades poderão ser utilizadas como horas complementares.
Aproveite esta oportunidade inscrevendo-se nas oficinas pelo site http://www.unisinos.br/
Link: Ensino – formação profissional e complementar
Mais Informações:Atendimento Unisinos
(51) 3591-1122
www.unisinos.br/carreiras

23 de set. de 2011

Inteligência emocional conta mais do que QI, indica estudo

A habilidade de controlar as próprias emoções e de saber reagir de forma adequada à atitude dos colegas de trabalho é uma característica bastante valorizada nos profissionais. Até mais do que a inteligência medida pelo QI. Levantamento daCareerBuilder mostra que 71% dos 2.662 executivos de RH pesquisados afirmam valorizar mais a inteligência emocional (IE) do que o QI em seus funcionários. Isso vale tanto na hora de contratar como na de promover.
A pesquisa mostra que 59% dos recrutadores não contratariam um profissional com QI elevado e baixo quociente emocional (QE).

Quando se fala em promoção, a porcentagem é ainda maior - 75% se dizem mais propensos a valorizar o funcionário que lida melhor com as emoções.Quando questionados sobre por que a inteligência emocional é mais importante do que aquela medida pelo QI, os executivos de RH dizem que funcionários com alto QE conseguem manter a calma sob pressão, sabem resolver conflitos efetivamente, têm empatia com suas equipes, lideram pelo exemplo e tomam decisões de negócios mais bem pensadas.

Os gestores de RH explicaram, ainda, como detectam profissionais com elevado QE em suas equipes. Esses funcionários normalmente admitem e aprendem com seus erros, controlam as emoções durante as discussões, apresentando argumentos bem pensados, escutam mais do que falam e demonstram boa vontade sob pressão.
A pesquisa foi realizada com 2.662 pessoas, nos Estados Unidos, entre os dias 19 de maio e 8 de junho.

Fonte:Econômico Valor

9 de set. de 2011

Projeto UNIESCOLA


A noite do dia 24/08 e a manhã do dia 25/08 foram agitadas para mim e para os alunos da Colégio Santa Terezinha em Campo Bom , colégio muito bacana e bonito, público interessado! Palestra da UNISINOS sobre Gestão de Carreira bombou! Obrigada a presença de todos.

5 de set. de 2011

Você sabe lidar com fofocas no trabalho?

Saiba quais atitudes podem lhe ajudar a ficar fora do burburinho que pode manchar sua imagem profissional


São Paulo – Por mais sério que o ambiente de trabalho possa ser, a fofoca está sempre presente. Ela não deixa de ser um canal de comunicação informal entre colegas de trabalho, mas, na maioria das vezes, o conteúdo é negativo e danoso para alguém. Sua imagem profissional e pessoal pode ficar manchada caso seu nome esteja sempre relacionado com as fofocas na empresa.

A melhor maneira de lidar com isso é ouvir mais e falar menos. A professora de etiqueta empresarial da Fundação Getúlio Vargas, Romaly de Carvalho, explica que em situações em que somos “obrigados” a escutar a fofoca, em almoços ou cafés, por exemplo, a tendência é o julgamento daquela situação mesmo ouvindo apenas uma versão do acontecimento. “O que, além de ser errado, pode ampliar a margem da fofoca”, afirma ela.

“Se você não escuta a fofoca, você se blinda daquele assunto”, completa Janaína Ferreira, coordenadora acadêmica da Pós-Graduação do Ibmec do Rio de Janeiro. Ela afirma que muitas vezes as pessoas participam desse tipo de conversa para se sentirem pertencentes ao grupo, mas, a longo prazo, a imagem profissional pode ficar comprometida.

Para lidar com fofocas quando o seu nome está envolvido, o caminho, segundo Romaly, é marcar uma conversa cara a cara com a fonte da fofoca. É recomendado também chamar uma testemunha para acompanhar. Em seguida, perguntar com calma para o fofoqueiro o por quê. “E esperar. O fofoqueiro vai tentar se explicar e vai ficar sem graça com a situação. Depois você fala que só queria esclarecer e sai”, ensina a professora.

Segundo Janaína, o fofoqueiro é uma pessoa que reflete a sua fraqueza nos outros. Por isso, é importante lembrar que esse tipo de pessoa não é leal a ninguém e gosta de fazer intriga. Caso ele se aproxime de você para contar uma “coisa que ninguém sabe”, tome cuidado. “Diga que você está lisonjeado pela confiança, mas acha que não consegue manter segredo e por isso prefere não escutar”, diz Romaly.

De acordo com as especialistas, em caso de fofocas ou difamações graves, comissão de ética da empresa pode ser acionada. O registro pode fazer com que os responsáveis pela fofoca sejam punidos.