Este é o meu blog, sou coach e mentora de carreira, atuo também como professora na área de Gestão de Pessoas na Unisinos. Apresento e produzo o programa Conexão RH na rádio Unisinos 103.3. Se você precisa e quer se desenvolver, posso ajudar você com coaching, entre em contato pelo email: talita@isoservice.net
29 de ago. de 2011
18 de ago. de 2011
16 de ago. de 2011
Já chega! A geração Y nunca existiu!
Os funcionários em sua empresa não são x, y, z ou qualquer outra classificação, mas pessoas mais ou menos resilientes; mais ou menos agressivas; mais ou menos ambiciosas
Por Eduardo Ferraz , http://www.administradores.com.br/
A GfK, empresa especializada em pesquisas de mercado, desenvolveu um estudo envolvendo 29 países para analisar a satisfação dos jovens no mercado de trabalho. Entre os dados obtidos, um item chama a atenção: 39% dos entrevistados estão infelizes com o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. No Brasil, o descontentamento com a qualidade de vida é ainda mais impressionante: 59% dos jovens brasileiros têm "frequentemente" ou "quase sempre" esse sentimento.
Outro ponto surpreendente do estudo global é que 37% dos pesquisados alegaram que foram "forçados" a aceitar o trabalho no qual estão por causa da economia do seu país. Já entre os brasileiros, esse índice é mais baixo, 27%, por conta do aquecimento econômico. Só que aí, a tristeza fica para as corporações. Apesar das boas perspectivas de mercado, 69% das empresas, participantes de um estudo realizado pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias), em abril deste ano, afirmaram que têm muita dificuldade em contratar mão-de-obra qualificada. Para agravar, até 2015, o país precisará de 8 milhões de novos empregos formais - 1,9 milhão ainda em 2011.
A solução encontrada pelas empresas nacionais para atenuar esse "apagão" de mão-de-obra tem sido contratar pessoas cada vez mais jovens. A tal geração Y – segundo os teóricos, pessoas intolerantes, impacientes e ambiciosas, que não param nos empregos e ficam desmotivados com muita facilidade. Neste contexto, acredito que essa história de geração X e Y (e agora Z) é uma simplificação que tem sido utilizada como um álibi para explicar as dificuldades em se reter pessoas. Na Espanha, por exemplo, como o desemprego entre os 18 e 24 anos é de quase 50% (no Brasil não chega a 15%) a rotatividade é baixíssima e os jovens que conseguem um emprego fazem o máximo para mantê-lo. Será que não há geração Y lá e em outros países com alto desemprego?
A resposta é que o contexto muda, e as pessoas simplesmente se adaptam conforme o novo ambiente. Ou seja, sempre houve - há 30 ou 50 anos atrás, indivíduos impacientes e ambiciosos, como também os tranquilos e estáveis. Só que as regras eram outras, pois se cobrava resultados em longo prazo e, mesmo os agitados, se conformavam em ter um ou dois empregos durante a vida. Hoje a realidade é outra. Se uma empresa no Brasil contrata alguém que além de um bom currículo seja impaciente, ambicioso e competente e não dá oportunidades claras de crescimento, o que ocorre? Esse profissional arrumará outro emprego em pouco tempo! Seria um milagre se ele ficasse alguns anos (como ocorria há 30 anos) esperando ser notado, num mercado com desemprego baixíssimo e com enorme falta de mão-de-obra qualificada. Não cuidou bem, eles se mandam e aí aparece a clássica explicação: 'é que ele é da geração Y'. Aqui prevalece uma regra simples: tigre precisa de carne, não de alpiste.
Os funcionários em sua empresa não são x, y, z ou qualquer outra classificação, mas pessoas mais ou menos resilientes; mais ou menos agressivas; mais ou menos ambiciosas; e isso está ligado tanto com a personalidade (que mudará pouco) quanto com a atividade econômica (que continuará mudando muito). Se houver uma crise grave e o desemprego crescer, a geração "Y" desaparece e o jovem, antes exigente, aceitará o emprego que aparecer, ficando por lá até a situação melhorar. Sempre foi assim e sempre será.
O problema apontado pela pesquisa reflete o despreparo que sofrem muitas empresas, que não têm sabido escolher profissionais com perfis comportamentais adequados para cada função. A empresa contrata errado, o contratado fica infeliz (ele também não sabe o porquê), vai para outra empresa e ciclo vicioso se repete. A solução está no desenvolvimento de uma nova visão na área de Recursos Humanos, capaz de interpretar as necessidades, a personalidade e as atitudes das pessoas, independente da idade.
Para tanto, autoconhecimento e feedback 360 graus com frequência resolvem a maioria dos problemas. Infelizmente o processo de autoconhecimento e feedback interno ainda são vistos como uma atividade chata e até como desperdício de tempo. Para quebrar este paradigma, a participação e o comprometimento do CEO com o processo é indispensável, pois o exemplo vem de cima. Ele tem que demonstrar - a começar por si, que as pessoas certas nos lugares certos é o que fazem uma empresa ter alta performance, o resto é discurso.
Outro ponto surpreendente do estudo global é que 37% dos pesquisados alegaram que foram "forçados" a aceitar o trabalho no qual estão por causa da economia do seu país. Já entre os brasileiros, esse índice é mais baixo, 27%, por conta do aquecimento econômico. Só que aí, a tristeza fica para as corporações. Apesar das boas perspectivas de mercado, 69% das empresas, participantes de um estudo realizado pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias), em abril deste ano, afirmaram que têm muita dificuldade em contratar mão-de-obra qualificada. Para agravar, até 2015, o país precisará de 8 milhões de novos empregos formais - 1,9 milhão ainda em 2011.
A solução encontrada pelas empresas nacionais para atenuar esse "apagão" de mão-de-obra tem sido contratar pessoas cada vez mais jovens. A tal geração Y – segundo os teóricos, pessoas intolerantes, impacientes e ambiciosas, que não param nos empregos e ficam desmotivados com muita facilidade. Neste contexto, acredito que essa história de geração X e Y (e agora Z) é uma simplificação que tem sido utilizada como um álibi para explicar as dificuldades em se reter pessoas. Na Espanha, por exemplo, como o desemprego entre os 18 e 24 anos é de quase 50% (no Brasil não chega a 15%) a rotatividade é baixíssima e os jovens que conseguem um emprego fazem o máximo para mantê-lo. Será que não há geração Y lá e em outros países com alto desemprego?
A resposta é que o contexto muda, e as pessoas simplesmente se adaptam conforme o novo ambiente. Ou seja, sempre houve - há 30 ou 50 anos atrás, indivíduos impacientes e ambiciosos, como também os tranquilos e estáveis. Só que as regras eram outras, pois se cobrava resultados em longo prazo e, mesmo os agitados, se conformavam em ter um ou dois empregos durante a vida. Hoje a realidade é outra. Se uma empresa no Brasil contrata alguém que além de um bom currículo seja impaciente, ambicioso e competente e não dá oportunidades claras de crescimento, o que ocorre? Esse profissional arrumará outro emprego em pouco tempo! Seria um milagre se ele ficasse alguns anos (como ocorria há 30 anos) esperando ser notado, num mercado com desemprego baixíssimo e com enorme falta de mão-de-obra qualificada. Não cuidou bem, eles se mandam e aí aparece a clássica explicação: 'é que ele é da geração Y'. Aqui prevalece uma regra simples: tigre precisa de carne, não de alpiste.
Os funcionários em sua empresa não são x, y, z ou qualquer outra classificação, mas pessoas mais ou menos resilientes; mais ou menos agressivas; mais ou menos ambiciosas; e isso está ligado tanto com a personalidade (que mudará pouco) quanto com a atividade econômica (que continuará mudando muito). Se houver uma crise grave e o desemprego crescer, a geração "Y" desaparece e o jovem, antes exigente, aceitará o emprego que aparecer, ficando por lá até a situação melhorar. Sempre foi assim e sempre será.
O problema apontado pela pesquisa reflete o despreparo que sofrem muitas empresas, que não têm sabido escolher profissionais com perfis comportamentais adequados para cada função. A empresa contrata errado, o contratado fica infeliz (ele também não sabe o porquê), vai para outra empresa e ciclo vicioso se repete. A solução está no desenvolvimento de uma nova visão na área de Recursos Humanos, capaz de interpretar as necessidades, a personalidade e as atitudes das pessoas, independente da idade.
Para tanto, autoconhecimento e feedback 360 graus com frequência resolvem a maioria dos problemas. Infelizmente o processo de autoconhecimento e feedback interno ainda são vistos como uma atividade chata e até como desperdício de tempo. Para quebrar este paradigma, a participação e o comprometimento do CEO com o processo é indispensável, pois o exemplo vem de cima. Ele tem que demonstrar - a começar por si, que as pessoas certas nos lugares certos é o que fazem uma empresa ter alta performance, o resto é discurso.
Eduardo Ferraz é consultor em Gestão de Pessoas e especialista em treinamentos e consultorias "in company", com aplicações práticas da Neurociência comportamental, possuindo mais de 30.000 horas de experiência prática. É pós-graduado em Direção de Empresas, especializado em Coordenação e Dinâmica de Grupos e autor do livro "Por que a gente é do jeito que a gente é?", da Editora Gente
31 de jul. de 2011
Entreviste você também
Especialistas indicam 20 perguntas que você deve fazer ao recrutador antes de aceitar um convite de emprego
Fonte: http://www.vocesa.com.br/
A entrevista de emprego virou um processo rigoroso, em que as empresas deslocam uma série de profissionais para avaliar e falar com o candidato — um diretor, uma pessoa de RH e o chefe imediato. Isso ocorre porque elas querem ter certeza de estar contratando a pessoa certa. O candidato também tem o direito — e a responsabilidade — de saber se ele vai dar certo na vaga. Para isso, deve aproveitar a entrevista de emprego para se informar. Isso se faz perguntando. Ouvimos o coach Cláudio Yusta e os headhunters Luiz Carlos Cabrera, da Amrop Panelli Motta Cabrera, e Sheila Nowicki para selecionar 20 perguntas que você deve fazer antes de aceitar um convite de emprego.
Perguntas pessoais
1. Por que você me escolheu?
2. Por que o cargo ficou vago? o que ocorreu com o profissional que o ocupava?
3. Qual é o principal conselho que você pode me dar para ter bom desempenho?
4. Que dicas você me daria para uma melhor adaptação?
5. Quais são as possibilidades de crescimento profissional que eu tenho dentro dessa organização?
2. Por que o cargo ficou vago? o que ocorreu com o profissional que o ocupava?
3. Qual é o principal conselho que você pode me dar para ter bom desempenho?
4. Que dicas você me daria para uma melhor adaptação?
5. Quais são as possibilidades de crescimento profissional que eu tenho dentro dessa organização?
Sobre a expectativa do chefe
Há expectativas que estão na cabeça de seu chefe que ele não conseguirá dizer com facilidade. entender essas coisas são o segredo de um início mais tranquilo no emprego. e, se você acha que não é bom em algo, conte para ele também.
6. o que você espera de mim nessa posição?
7. existem mudanças que você quer que eu faça?
8. Quais são os pontos mais importantes que você vai considerar na minha avaliação no final do ano?
9. Quais características fazem um profissional ser excelente na sua equipe?
10. Qual seu estilo pessoal de gestão? esse mesmo estilo é adotado na empresa?
11. Quais tipos de comportamento você considera fundamentais para eu ser visto com um profissional de sucesso, além do resultado?
Sobre o cargo
12. Quais são os principais desafios da posição?
13. Quais são as ações imediatas que você espera que eu tome e qual é o cronograma?
14. Fale da equipe que eu vou liderar.
15. Quanto tempo eu tenho para apresentar um plano de ação?
16. Quais as dificuldades que você enfrenta e eu vou ter de enfrentar na empresa e na área?
Sobre a cultura da empresa
17. Quais os valores que você detectou em mim que combinam com os da empresa?
18. na sua trajetória nessa companhia, quais valores que você aprendeu são importantes para mim?
19. Como você vê a empresa daqui a cinco anos?
20. Quais tipos de comportamento são inadmissíveis na cultura dessa empresa?
22 de jul. de 2011
Preparação para o Mercado – Inscrições abertas:
Oficina: Dinâmicas de Grupos em Processos Seletivos
Dia: 27/07/11
Horário: das 19h às 22h
Local: Sala 1C103 – Área 1
Ministrante: Talita Raquel de Oliveira
Valor: R$ 25,00
Curso: Como fazer entrevistas na seleção de pessoas
Dia: 17/08/11
Horário: Das 8:30 às 12:30 e das 14:00 às 18:00
Local: Sala 1C111
Ministrante: Talita Raquel de Oliveira
Valor: Alunos e egressos: R$ 110,00 à vista ou
Entrada de R$37,00 + 2 X de R$ 37,00
http://www.unisinos.br/
Dia: 27/07/11
Horário: das 19h às 22h
Local: Sala 1C103 – Área 1
Ministrante: Talita Raquel de Oliveira
Valor: R$ 25,00
Curso: Como fazer entrevistas na seleção de pessoas
Dia: 17/08/11
Horário: Das 8:30 às 12:30 e das 14:00 às 18:00
Local: Sala 1C111
Ministrante: Talita Raquel de Oliveira
Valor: Alunos e egressos: R$ 110,00 à vista ou
Entrada de R$37,00 + 2 X de R$ 37,00
http://www.unisinos.br/
7 de jul. de 2011
Discrição e inteligência podem ser garantia de novo emprego
Para ter certeza do sucesso em uma entrevista e garantir bons resultados em uma avaliação, os candidatos a vagas devem apostar cada vez mais na discrição e investir na construção de argumentos eficazes que possam mostrar ao empregador o quanto sua presença pode contribuir, de forma positiva, com a empresa.
Para compor este perfil, no entanto, é preciso cuidado e atenção, afinal, este é um momento crucial e tocar em assuntos inadequados pode comprometer os resultados.
“Já observei situações em que a proposta exige mais do que o conhecimento que o profissional possui, bem como aquelas em que o nível de complexidade do trabalho é inferior à competência do candidato”, conta a coach e consultora de carreira, Bernadete Pupo.
Não faça
Evite entrar em temas polêmicos durante a entrevista. Segundo Carolina, falar sobre política, religião e futebol pode ser complicado. Além disso, fuja de assuntos e situações que possam propor um certo grau de intimidade com o entrevistador e, em hipótese alguma, fale mal de seu ex-chefe ou de uma empresa para a qual já prestou serviços.
Evite entrar em temas polêmicos durante a entrevista. Segundo Carolina, falar sobre política, religião e futebol pode ser complicado. Além disso, fuja de assuntos e situações que possam propor um certo grau de intimidade com o entrevistador e, em hipótese alguma, fale mal de seu ex-chefe ou de uma empresa para a qual já prestou serviços.
Tiro certo
Para acertar o alvo e não tropeçar na fase de seleção, a recomendação aos interessados em novas oportunidades consiste em, basicamente, identificar a necessidade do empregador e avaliar se sua expertise é condizente ao que está sendo ofertado.
Para acertar o alvo e não tropeçar na fase de seleção, a recomendação aos interessados em novas oportunidades consiste em, basicamente, identificar a necessidade do empregador e avaliar se sua expertise é condizente ao que está sendo ofertado.
“O candidato deve estar atento às questões formuladas pelo entrevistador e exercitar a prática do ouvir para responder apenas o que lhe for questionado. Lembrando que a qualidade das respostas é o que importa e não a quantidade de palavras”, avalia Bernadete.
Impactos na carreira
As consequências de uma escolha inadequada podem ser prejudiciais à carreira e causar não apenas arrependimentos, mas também a constante sensação de inadequação ao local de trabalho.
As consequências de uma escolha inadequada podem ser prejudiciais à carreira e causar não apenas arrependimentos, mas também a constante sensação de inadequação ao local de trabalho.
“Nestes casos, as reações do empregado podem ser prejudiciais para ele e para os clientes que atende. É um processo em cadeia”, diz Pupo.
Por esta razão, antes de escolher um lugar para trabalhar, esteja ciente das próprias habilidades e procure se especializar em áreas específicas de atuação.
Por: Equipe InfoMoney
6 de jul. de 2011
Dica
Colegas.
Deixo a dica se vocês fizerem uma mala direta divulgando suas ideias.
Coloque sempre no final da mensagem a opção para quem recebe o e-mail, poder retirar seu e-mail da listagem. Nem todo mundo é obrigado a gostar do conteúdo e receber seu e-mail para sempre. Temos que estar preparados para a crítica. Colocando esta mensagem, é uma forma educada de aceitar as diferenças e não se incomodar com e-mails do tipo: "ei! pare de me mandar estas bobagens ;) "
Fica a dica!
1 de jul. de 2011
Em junho/11 estive na Fundação Liberato junto com outros ex colegas falando sobre as nossas experiências. Faz 15 anos que sai da escola e sou chamada todos os anos para falar. É um baita orgulho pra mim, ainda por cima, meu ex colega Marco, que em 1996 se formou Eletrotécnico junto comigo é o coordenador do curso. Se você está pensando em fazer um curso técnico, recomendo: http://www.liberato.com.br/
20 de jun. de 2011
Quais são os impostos relacionados com funcionários?
Na minha opinião esta grande quantidade de tributos é um incentivo ao trabalho sem carteira assinada. Esta grande quantidade de impostos, faz com que uma relação que naturalmente é conturbada, torne-se mais desnivelada. Reforma trabalhista é promessa esquecida do Governo Lula e esquecido pelo governo Dilma.
Todos olham sempre o lado do empregado e ninguém olha o lado do empresário. Será que na hora do funcionário aprontar na empresa ele sabe o que está por trás? Fica a reflexão.
Quais são os impostos relacionados com funcionários?
Respondido por Alexandre Galhardo, especialista em tributos
São Paulo – Hoje, os empresários brasileiros pagam mais encargos sobre a folha de pagamento do que em qualquer outro lugar do mundo. Esses impostos somam 36% da folha e representam um considerável desembolso para as empresas. Vale ressaltar que a contratação informal é prejudicial também para a empresa, diminuindo a competitividade.
Respondido por Alexandre Galhardo, especialista em tributos
São Paulo – Hoje, os empresários brasileiros pagam mais encargos sobre a folha de pagamento do que em qualquer outro lugar do mundo. Esses impostos somam 36% da folha e representam um considerável desembolso para as empresas. Vale ressaltar que a contratação informal é prejudicial também para a empresa, diminuindo a competitividade.
Entre os encargos trabalhistas, temos 20% de INSS Patronal para as empresas não optantes pelo Simples, 1%, 2% ou 3% referente ao Risco de Acidente do Trabalho (RAT) e contribuição adicional, se for o caso, variando conforme o grau de risco, acrescido do Fator Acidentário de Prevenção (FAP).
As contribuições geralmente representam 5,80%, incluindo contribuição variável de outras entidades (Terceiros), destinada às entidades SEBRAE, SENAI, SESC, SESI, etc., conhecido como Sistema S, onde o INSS se incumbe de arrecadar e repassar.
Para férias, o encargo é de 8,3% (ou 1/12) sobre o salário nominal e o abono de férias, 2,7% (ou 1/3 das férias) também sobre o salário.
Obrigação da empresa, a alíquota do FGTS é de 8% + 0,5% sobre a remuneração do empregado. O depósito do FGTS é obrigatório também nos casos de interrupção do contrato de trabalho previsto em lei, como auxílio-doença de até 15 dias, período de afastamento por acidente de trabalho e licença-maternidade e paternidade.
Quando o assunto são as indenizações, o empreendedor deve pagar multa rescisória de 40% do FGTS sobre as dispensas sem justa causa mais 10% do saldo do FGTS conforme a Lei Complementar nº 110/2001.
Para as empresas optantes pelo Simples Nacional, os encargos sociais do empregador são apenas os 8% do FGTS, a multa rescisória de 40% do FGTS e o acréscimo de 10% sobre o saldo do FGTS nos casos de dispensas do empregado sem justa causa.
Devido a elevada carga sobre a folha de pagamento que prejudica a competitividade das empresas, o Governo vem estudando a possibilidade de reduzir a contribuição do INSS de 20% para 14%.
14 de jun. de 2011
Entrevista de emprego: como falar sobre você mesmo
Hoje, 14/06/11 retornei a Fundação Liberato para mais uma palestra aos alunos do quarto ano do curso de Eletrotécnica. Percebi que faz 15 anos que me formei técnica e é sempre um imenso prazer voltar aquele mundo, rever professores e me sentir em casa.
Em homenagem aos jovens presentes na palestra, pessoas que como eu nutrem sonhos, desejos e querem um mundo melhor, segue uma reportagem interessante sobre carreira (claro) que saiu no Portal da Exame.
Boa sorte!
Antes de chegar à entrevista de emprego, o candidato se preparou para falar sobre aptidões e habilidades, sobre a área de atuação e sobre empresa onde pretende trabalhar. Quando o recrutador pede para que ele fale sobre ele mesmo, surge um grande branco.
Mais comum do que se pensa, falar sobre si mesmo é a dificuldade de boa parte dos candidatos à entrevista de emprego. Pensando nisso, Exame.com perguntou a alguns especialistas um guia prático do certo e o errado na hora de dizer ao recrutador “quem é você”.
1. Conhecer a si mesmo
Parece simples, mas o candidato precisa fazer um “dever de casa” antes de sair para a entrevista. “Ele precisa se conhecer o suficiente para saber o que falar sobre si mesmo sem ser prolixo ou perder a noção do tempo disponível”, diz Fernanda Amorim, diretora da consultoria de recrutamento Michael Page.
Fernanda sugere que o profissional pense na pergunta antes de qualquer entrevista, mesmo que seja no caminho para o local, e esteja preparado para destacar as suas habilidades, mas também saber suas fraquezas.
2. Por onde começar?
Em um primeiro momento, quando o recrutador não direcionar a pergunta, a sugestão é falar de forma breve sobre a personalidade.
“O candidato deve resumir as suas características principais, de forma generalista e sem se alongar muito, dizer se é uma pessoa mais tranquila ou enérgica, por exemplo”, aconselha Rafael Meneses, sócio-gerente da consultoria de recrutamento Asap.
Segundo Meneses, quando a pergunta já for direcionada para os negócios, o profissional deve tomar cuidado para não se “enrolar” no subjetivismo. “Apresentar fatos concretos sobre a sua experiência anterior e exemplos de como uma situação foi conduzida consolida as informações”, explica.
Isso significa que não adianta elencar qualidades próprias sem apresentar situações ou resultados obtidos, de acordo com o consultor. Evitar excesso de “eu acho” e “eu penso” já é um bom caminho.
Segundo Meneses, quando a pergunta já for direcionada para os negócios, o profissional deve tomar cuidado para não se “enrolar” no subjetivismo. “Apresentar fatos concretos sobre a sua experiência anterior e exemplos de como uma situação foi conduzida consolida as informações”, explica.
Isso significa que não adianta elencar qualidades próprias sem apresentar situações ou resultados obtidos, de acordo com o consultor. Evitar excesso de “eu acho” e “eu penso” já é um bom caminho.
Se houver dúvidas sobre a intenção do recrutador, é permitido perguntar e tirar a dúvida. "Por onde você prefere que eu comece?" ou "você prefere que eu fale sobre meu perfil ou experiência profissional?" são algumas sugestões.
3. Falar sobre a carreira
Quando o recrutador pede para que o candidato falar sobre as suas realizações profissionais, ele não espera a descrição do que está no currículo em cima da mesa.
“A intenção é fazer um mapeamento do perfil do candidato, seja para saber sobre como é a forma dele lidar com situações, como para ver se há compatibilidade do perfil dele com o da empresa”, explica Fernanda.
A avaliação baseada nas competências do candidato, segundo Meneses, é cada vez mais utilizada para recrutar executivos de média e alta gerência. “Esse tipo de entrevista é baseado nas situações e serve para prever algum tipo de comportamento do profissional no futuro”, diz o consultor.
A sugestão é que o candidato esteja preparado para dar exemplos da forma como executa seu trabalho. Ele por contar, por exemplo, algum conflito que ele teve que resolver em experiência anterior e quais foram os resultados positivos obtidos.
“Ele precisa ter tranquilidade e maturidade para esse tipo de abordagem, inclusive para reconhecer fraquezas e apontar necessidades que tem a desenvolver ou que esteja aprimorando”, aponta Meneses.
A avaliação baseada nas competências do candidato, segundo Meneses, é cada vez mais utilizada para recrutar executivos de média e alta gerência. “Esse tipo de entrevista é baseado nas situações e serve para prever algum tipo de comportamento do profissional no futuro”, diz o consultor.
A sugestão é que o candidato esteja preparado para dar exemplos da forma como executa seu trabalho. Ele por contar, por exemplo, algum conflito que ele teve que resolver em experiência anterior e quais foram os resultados positivos obtidos.
“Ele precisa ter tranquilidade e maturidade para esse tipo de abordagem, inclusive para reconhecer fraquezas e apontar necessidades que tem a desenvolver ou que esteja aprimorando”, aponta Meneses.
4. O que é proibido?
Além do excesso de “eu acho” e do subjetivismo, os especialistas apontam que o candidato deve evitar assuntos polêmicos ou opiniões controversas.
Fernanda alerta também para a atenção ao relógio. “O profissional deve ser breve, falar o necessário sobre quem ele é, as áreas de interesse e experiências profissionais, mas sem se estender demais ou ser prolixo”, diz.
Uma estratégia de preparo antes de sair de casa é ensaiar a pergunta, em frente ao espelho, com o tempo máximo de cinco minutos. Se o recrutador quiser saber mais sobre algum ponto do que o profissional falou, ele irá pedir para discorrer mais sobre o assunto.
O candidato deve ainda fugir dos clichês, com atenção para não dar um tiro no pé e perder a mão na sinceridade. Os recrutadores entrevistam muitas pessoas e estão cansados de ouvir qualidades transformadas em defeitos apenas com o acréscimo da dimensão em excesso.
"Perfeccionismo" pode soar um falso defeito até para os verdadeiramente perfeccionistas. Exagerar nas qualidades também não é indicado.
“A qualidade será percebida pelo que o candidato diz e pelas situações que ele apresenta durante a conversa. Por isso ele deve equilibrar suas qualidades com os resultados em trabalhos anteriores e não cair na armadilha de apenas despejar pontos fortes no recrutador", aconselha Meneses.
7 de jun. de 2011
Saiba o que é mito e o que é verdade na busca por um emprego
Saiba o que é mito e o que é verdade na busca por um emprego
Idade atrapalha? Ter filhos é um problema? E as redes sociais? Especialista responde dúvidas e dá dicas que podem ajudar bastante na busca por um emprego
Quando o assunto é a busca por um novo emprego, muitas dúvidas surgem na cabeça dos candidatos. Aqueles que acabaram de ter filhos sofrem com a possibilidade de o empregador não querer pessoas com crianças pequenas. Outros, mais velhos, temem ser preteridos por conta da idade. Mas será que esses fatores realmente contam?
Para esclarecer estas e outras dúvidas, o InfoMoney consultou a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Juliana Gomes. Veja, abaixo, as respostas.
Idade atrapalha?
Segundo Juliana, quando o assunto é idade, as pessoas temem ser preteridas por serem mais velhas ou serem novas demais. Neste último caso, sobretudo, se estiverem pleiteando um cargo de liderança.
Entretanto, de acordo com a headhunter, tudo depende da posição e do perfil da empresa. “Não adianta querer colocar um profissional mais jovem para liderar pessoas com perfil sênior, por exemplo, e vice-versa”.
Ter filhos é um problema?
A questão de que as empresas não querem contratar pessoas com filhos, sobretudo pequenos, é um mito, afirma a especialista.
De acordo com ela, cada vez mais, as empresas estimulam a qualidade de vida do profissional e esperam que ele saiba administrar o tempo. “A questão é de maturidade de administração”.
Morar longe pode?
A distância e especialmente o tempo de deslocamento entre casa e trabalho são fatores nos quais as empresas prestam atenção, ganhando ainda mais importância nas grandes cidades, como São Paulo.
Por outro lado, Juliana explica que o tempo de deslocamento não é um fator de eliminação, mas pode ser “um voto de minerva” em alguns casos.
Não ter perfil em redes sociais é um crime?
As redes sociais entraram definitivamente na vida das pessoas e isso inclui o mercado de trabalho. Atualmente, diz a especialista, os recrutadores investigam como as pessoas se relacionam na rede, observando tanto o relacionamento com amigos como com o networking.
“As pessoas têm que estar na rede, ligadas no que está acontecendo”.
Ser mandado embora é sinal vermelho?
Ter sido mandado embora do trabalho não é motivo para preocupação. O problema, diz Juliana, é quando a dispensa se torna recorrente.
“É perfeitamente natural sair quando os valores da empresa não combinam mais com os da pessoa. O problema é quando isso acontece repetidas vezes”.
Muitos empregos em pouco tempo é ruim?
Neste caso, explica a especialista, a imagem do candidato pode ser prejudicada. O ideal é que a pessoa termine os projetos começados e fique ao menos de um a dois anos em cada companhia.
O contrário, acrescenta, ficar muito tempo em uma empresa também é ruim, especialmente se a pessoa não obteve qualquer evolução no período.
Process o de trabalho e licença saúde impedem novo emprego?
Ter no “currículo” um processo de trabalho ou uma licença saúde não impactam na busca por um novo emprego, esclarece Juliana. Contudo, no primeiro caso, diz, muitos processos podem chamar a atenção.
Já no segundo, independentemente do que tenha acontecido, explica, o que importa é postura do profissional, o comprometimento com o trabalho e os resultados obtidos.
Para esclarecer estas e outras dúvidas, o InfoMoney consultou a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Juliana Gomes. Veja, abaixo, as respostas.
Idade atrapalha?
Segundo Juliana, quando o assunto é idade, as pessoas temem ser preteridas por serem mais velhas ou serem novas demais. Neste último caso, sobretudo, se estiverem pleiteando um cargo de liderança.
Entretanto, de acordo com a headhunter, tudo depende da posição e do perfil da empresa. “Não adianta querer colocar um profissional mais jovem para liderar pessoas com perfil sênior, por exemplo, e vice-versa”.
Ter filhos é um problema?
A questão de que as empresas não querem contratar pessoas com filhos, sobretudo pequenos, é um mito, afirma a especialista.
De acordo com ela, cada vez mais, as empresas estimulam a qualidade de vida do profissional e esperam que ele saiba administrar o tempo. “A questão é de maturidade de administração”.
Morar longe pode?
A distância e especialmente o tempo de deslocamento entre casa e trabalho são fatores nos quais as empresas prestam atenção, ganhando ainda mais importância nas grandes cidades, como São Paulo.
Por outro lado, Juliana explica que o tempo de deslocamento não é um fator de eliminação, mas pode ser “um voto de minerva” em alguns casos.
Não ter perfil em redes sociais é um crime?
As redes sociais entraram definitivamente na vida das pessoas e isso inclui o mercado de trabalho. Atualmente, diz a especialista, os recrutadores investigam como as pessoas se relacionam na rede, observando tanto o relacionamento com amigos como com o networking.
“As pessoas têm que estar na rede, ligadas no que está acontecendo”.
Ser mandado embora é sinal vermelho?
Ter sido mandado embora do trabalho não é motivo para preocupação. O problema, diz Juliana, é quando a dispensa se torna recorrente.
“É perfeitamente natural sair quando os valores da empresa não combinam mais com os da pessoa. O problema é quando isso acontece repetidas vezes”.
Muitos empregos em pouco tempo é ruim?
Neste caso, explica a especialista, a imagem do candidato pode ser prejudicada. O ideal é que a pessoa termine os projetos começados e fique ao menos de um a dois anos em cada companhia.
O contrário, acrescenta, ficar muito tempo em uma empresa também é ruim, especialmente se a pessoa não obteve qualquer evolução no período.
Process
Ter no “currículo” um processo de trabalho ou uma licença saúde não impactam na busca por um novo emprego, esclarece Juliana. Contudo, no primeiro caso, diz, muitos processos podem chamar a atenção.
Já no segundo, independentemente do que tenha acontecido, explica, o que importa é postura do profissional, o comprometimento com o trabalho e os resultados obtidos.
Ontem (06/06) fiz uma palestra na ETE Frederico Schmidt aqui em São Leopoldo. Foram mais ou menos 150 alunos. O tema foi Gestão de Carreira.
Muitos daqueles adolescentes ainda não se interessam pelo assunto, mas tenho certeza que para a maioria ficaram algumas dicas.
Quinta-feira (09/06) estarei lá novamente, agradeço a profa. Elenise Rocha pela indicação e a Unisinos pela oportunidade.
Muitos daqueles adolescentes ainda não se interessam pelo assunto, mas tenho certeza que para a maioria ficaram algumas dicas.
Quinta-feira (09/06) estarei lá novamente, agradeço a profa. Elenise Rocha pela indicação e a Unisinos pela oportunidade.
10 de mai. de 2011
20 de abr. de 2011
Relacionamento Interpessoal
APRESENTAÇÃO
Um dos fatores que impulsionam o sucesso em nossa carreira é a forma como nos relacionamos com as pessoas. Atualmente, este fator representa um desafio dentro das organizações em que atuamos, devido à complexidade das diferenças de comportamento e valores pessoais existentes. As organizações de hoje vem valorizando mais as habilidades comportamentais do que o conhecimento técnico. Portanto, comece a refletir sobre a sua forma de agir com as pessoas, sejam elas seus subordinados ou pares e trabalhe seu autoconhecimento para que suas ações não atrapalhem o desenvolvimento da sua carreira.
MINISTRANTEPÚBLICO-ALVO
Talita Raquel de Oliveira – Especialista em Gestão Empresarial – Unisinos. Graduação em Administração de Recursos Humanos – Unisinos. Profissional Coach certificada pela “The Coaching
Clinic”. Mestranda em Administração – Unisinos. Formação em Coordenação de Grupos pelo Instituto de Psicologia Social de Porto Alegre Pichon Rivière. Ampla experiência em Recursos Humanos e Qualidade em empresas de médio e grande porte. Professora da Unisinos e consultora em gestão de RH.
CERTIFICADO
Será fornecido a todos os que tiverem, no mínimo, 75% de freqüência.
Acadêmicos e profissionais que desejam conhecer técnicas para aprimorar o ambiente de trabalho
nas suas organizações.
REALIZAÇÃO
Início: 26/4/2011
Término: 26/4/2011
Dias: 26/4/2011
Horário: Terça-feira, das 8h30 às 12h e das 13h às 17h30
Duração: 8h
Local: Sala 504 – 5º andar, Prédio do CIEE
Av. Dom Pedro II, 861 - Porto Alegre
COORDENAÇÃO
Ana Cláudia Bilhão Gomes
Elenise Angélica Martins da RochaINFORMAÇÕES
Central de Relacionamento Unisinos
Fone/fax: (51) 3591-1122
www.unisinos.br/extensao/
e-mail: econtinuada@unisinos.brVAGAS LIMITADAS
.....Curso Relacionamento Interpessoal
7 de abr. de 2011
Qual é a chave para o sucesso profissional?
Fonte: Portal HSM
Bem-sucedido. Em um curto espaço de tempo viu a expansão dos negócios vinda na esteira de longa e exaustiva jornada de trabalho. Conta bancária polpuda e várias propriedades (algumas com cômodos que nunca pisou). Ganhou o prêmio “Empresário do Ano” de uma entidade de classe. Parodiando Barack Obama, já que falamos em sucesso, “ele é o cara”.
A conversa sai do campo dos negócios, vai para as amenidades e – um pouco mais confortável – falamos sobre a vida pessoal. Para variar, falo sobre meus netos e as últimas estripulias que tanto alegram a família.
Percebo uma mudança na expressão dele, um vinco na testa e um longo suspiro. Com a voz embargada, diz que a família se esfacelou enquanto construía um império. Separou-se, mal vê os filhos e brigou com os irmãos que insistiam em ocupar lugar de destaque em uma de suas empresas. Enfim, “ele é o cara...” triste e solitário.
Uma pergunta volta à minha mente: O que é sucesso profissional? Respostas clichês logo aparecem: “dinheiro não trás felicidade” ou “o topo é um lugar solitário”.
Entretanto, estas frases de almanaque, que povoam o imaginário coletivo, não se adaptam ao executivo que está à minha frente ou ao homem moderno. Vivemos em uma sociedade altamente competitiva, onde crianças já leem aos três anos e têm uma agenda tão atribulada quanto a minha (inglês, judô, vôlei, natação, música... ufa!).
Na adolescência, fazem intercâmbio e são pressionados a entrar em faculdades de primeira linha. Por quê? Cursar uma instituição renomada seguiria a trajetória iniciada na infância rumo ao sucesso profissional.
Repare que esse caminho tem apenas uma linha, a que traça a profissão. Não há trilhas para a vida pessoal – família e amigos. Se existem, são tão leves que não as enxergamos.
Se perguntarmos a um jovem universitário o que espera da vida, fatalmente, responderá: “Felicidade!” Mas qual felicidade ele objetiva e como pretende alcançá-la. Um dos homens mais ricos do mundo, o megainvestidor Warren Buffet diz que “o objetivo da vida é ser amado pelo maior número de pessoas possível entre aquelas que você deseja que amem você”.
Céticos dizem que é fácil falar de amor quando se é bilionário. Mas não é essa tal felicidade que faz tanta falta ao meu amigo empresário aqui referido e que só se deu conta ao atingir o topo? Buffet, por exemplo, mora na mesma casa desde 1958, não tem celular nem computador na mesa e dirige o próprio Cadillac DTS.
Penso que seria, talvez, uma estratégia dele para preservar a família e, assim, estabelecer um equilíbrio entre o pessoal e o profissional. Se o fez de caso pensado não sei, pois não sou amigo ou confidente de Buffet, mas ele nos dá uma boa pista.
Não estou aqui defendendo a aposentadoria de celulares e computadores ou o menosprezo da carreira. É legítimo almejar o crescimento, bons postos e salários, o reconhecimento profissional e todas as justas e merecidas benesses advindas de muito estudo e trabalho.
No entanto, os profissionais deveriam aprender também a fazer um planejamento estratégico da vida pessoal – está aí uma boa disciplina para as universidades. Criar um projeto de vida que corra paralelo à carreira e que agregue familiares e amigos.
De forma bem pragmática, um profissional que apresente tal harmonia é mais produtivo, integra-se ao grupo com maior facilidade e dificilmente ficará afastado devido às doenças modernas (depressão, síndrome do pânico ou outros distúrbios).
Faço aqui uma reflexão porque somos treinados e preparados para alcançar a “felicidade” profissional, a qual, muitas vezes, está dissociada ou se sobrepõe à pessoal. Somos um ser único, com múltiplas necessidades e habilidades. Como sentenciou há muito tempo o matemático Blaise Pascal “O homem é um ponto entre duas extremidades”.
Agora, ouso a responder à pergunta que intitula esta matéria: O equilíbrio é a chave do sucesso!
Denis Mello (Diretor-presidente do FBDE | NEXION Consulting - www.fbde.com.br - Consultores e Auditores em Marketing, Vendas e Gestão Empresarial. E-mail: diretoria@fbde.com.br. Siga: twitter.com/fbdenexion / twitter.com/denismello)
10 de mar. de 2011
''Eu queria ser, na vida do rapaz, a freira que mudou minha vida''. Chalita cativa estudantes com autoajuda
"Todo mundo já se sentiu um dia como um patinho feio". O deputado federal Gabriel Chalita (PSB-SP), o segundo mais votado do Estado, estava diante de uma extasiada plateia de 400 estudantes na Universidade de Mogi das Cruzes quando decidiu falar da freira que mudou sua vida. Ele tentava obter seu primeiro mestrado e se deparou com um orientador que desqualificou seu texto e acabou rasgando-o. Arrasado, foi resgatado por uma freira nos corredores da Pontifícia Universidade Católica (PUC), em São Paulo, onde estudava. Ele reformulou o trabalho e obteve o título de mestre.
A reportagem é de Cristiane Agostini e publicada pelo jornal Valor, 10-03-2011.
"Um dia, um menino veio dizer que ele era burro, que não conseguia aprender", continuou, relatando sua atuação como secretário estadual de Educação, em São Paulo, no governo de Geraldo Alckmin, quando ajudou um dos internos da Febem (atual Fundação Casa) que trabalhavam com ele. "Eu queria ser, na vida do rapaz, a freira que mudou a minha vida", diz. "Não há ninguém burro. O que existe é dificuldade no aprendizado. Mas é possível vencer as limitações", disse, em um dos vários momentos de autoajuda da palestra para dezenas de estudantes.
Único pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, Chalita é recebido por uma plateia de universitários munidos de máquinas fotográficas, papel e caneta nas mãos. Acotovelados perto das paredes e sentados em cadeiras e no chão, os estudantes mantiveram-se em silêncio por uma hora e cinquenta minutos, enquanto Chalita domina o palco, mesclando conceitos de filosofia e princípios de autoajuda a um discurso motivacional. "A ética está ligada ao convívio. É preciso enxergar o outro e não permitir que ele se sinta invisível", ensina. "Às vezes um 'oi' que você dá para alguém abre a perspectiva para uma pessoa naquele momento", diz.
No palco, a política passou de relance pelo discurso do deputado de 41 anos, professor, apresentador e autor de 54 livros. Ele explica à plateia que é deputado federal e que no próximo ano haverá eleição. "É preciso levar mais gente para política. A política é feia, mas tem que entrar para melhorá-la", comenta. A discussão sobre a possível migração do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), para o PSB fica de fora do auditório.
De posse do microfone, Chalita prefere usar exemplos de sua vida pessoal para se aproximar dos estudantes. "Fui o primeiro a ter diploma universitário na minha família. Meu pai era analfabeto, foi servente e feirante. Imagino tudo o que passou. Quando a gente olha para as nossas raízes tem que se orgulhar", comenta.
Durante as quase duas horas de palestra, poucos alunos saíram do auditório. Vestido com uma calça jeans, camisa e um blazer escuro, Chalita caminha de um lado para o outro do palco, enquanto discursa. Ele mistura com naturalidade suas histórias a passagens bíblicas, notícias do jornal e conceitos de filosofia. O tema da aula, "A ética como essência para a felicidade humana", é abordado sem palavras rebuscadas ou frases complexas.
O silêncio só é interrompido por risadas. "Por que homem não presta?", questiona, reproduzindo a pergunta feita por uma de suas alunas em uma aula. O burburinho aumenta. Chalita conta o caso da menina, traída pelo namorado, que a trocou por uma amiga, para citar o filósofo Jean Paul Sartre e explicar que o ser humano não "sofre pelo o que foi embora, mas sofre por ele mesmo". "Sofre por suas perdas e pela rejeição. A gente vive de projeção", explica. "O sofrimento é um sentimento muito bonito. Você fica nu quando sofre", diz.
Discursar para uma plateia cheia de jovens não parece problema para Chalita, que é professor de graduação e pós-graduação da PUC e do Mackenzie, em São Paulo. A formação acadêmica dele também ajuda a explicar a fluência entre os diferentes temas citados. O educador é formado em Direito e em Filosofia, fez mestrado em Ciências Sociais e em Direito e é doutor em Comunicação e Semiótica e em Direito.
A trajetória pessoal ganha novamente destaque quando Chalita prega "que a vida é muito curta para a gente complicá-la com sentimentos desnecessários". Ao falar sobre sofrimento, ele lembra da morte de três irmãos - um nasceu morto, o outro morreu em um acidente de carro e o outro, com síndrome de Down, por problemas de saúde.
Mais alguns minutos se passam e Chalita conta outra história para amolecer os corações. Sua trajetória como escritor e autor de meia centena de publicações começou dentro de um asilo, aos 12 anos, por incentivo de uma das moradoras do local, dona Ermelinda. "Ela corrigia todos os textos que eu escrevia. Em casa minha mãe não me deixava ler, porque achava que iria estragar a 'vista'. Ia para o asilo e ficava enfiado lá", contou. Com a ajuda da tutora, sua primeira obra, uma carta para Deus, virou um livro premiado. Com 20 anos, Chalita já tinha 15 livros publicados. No fim da vida, dona Ermelinda fez um último pedido a Chalita: "Peça aos meus dois filhos que venham me visitar. Só você me visita", diz, reproduzindo o pedido. O silêncio foi interrompido novamente por um intenso "ohhhhhhh", com tom de lamento.
Para quebrar o drama, ele lembra de uma grande paixão da juventude, Maria Tereza, sua melhor amiga na época. Ao reencontrá-la anos depois, viu que o tempo não passou de uma forma muito boa para a mulher e demonstrou um pouco de alívio de ela ter ficado em seu passado.
A facilidade na oratória de Chalita é treinada também como apresentador no programa de rádio e TV da emissora católica Canção Nova. Sua trajetória política está ligada à vida religiosa, apesar de os dois temas passarem rapidamente em seu discurso. Chalita começou na política por incentivo do falecido governador André Franco Montoro, que o viu discursar aos 15 anos em Bananal, no interior paulista, quando ele estudava para ser padre. Três anos depois, desistiu do sacerdócio quando começou a namorar e aceitou o convite de Montoro para trabalhar com ele.
A despedida de Chalita, após declamar um poema de Menotti Del Picchia, é interrompida por gritinhos femininos animados de "lindo, lindo!". E a fila, perto do palco, começa a se formar.
José Augusto Peres, vice-reitor acadêmico da universidade, observa com satisfação o aglomerado de jovens que aguardavam o fim da palestra para as fotos e autógrafos. "Ele é visto como educador, não como político". Segundo Peres, nada foi pago a Chalita para fazer a aula inaugural da faculdade, na noite de quinta-feira da semana passada, no campus da capital. "No ano passado ele fez uma palestra que foi vista por mais de mil alunos. A procura foi tamanha que exibimos a palestra em telões". O convite para uma nova palestra deve se repetir em breve. "Quando perguntamos aos estudantes quem eles querem ouvir, Chalita aparece em primeiro lugar", diz. "Ele está sempre no topo da lista."
7 de mar. de 2011
Os assuntos proibidos na entrevista de emprego
São Paulo – A era da estrutura pergunta-resposta das entrevistas de emprego (com um viés de superioridade do recrutador) está chegando ao fim. Agora, os recrutadores esperam candidatos mais proativos que coloquem temas em pauta durante essa etapa da seleção. No entanto, é preciso atenção redobrada nesse momento.
Por um lado, essa postura pode ajudar o candidato a se posicionar como um profissional bem informado e crítico. Por outro, essa tendência aumenta os riscos de saia justas na entrevista.
"O candidato, muitas vezes, no ímpeto de mostrar que sabe muito sobre a empresa acaba tocando em assuntos delicados", afirma Rafael Menezes, sócio-gerente da Asap. "É preciso bom senso. Você não pode perguntar aquilo que não gostaria de responder".
EXAME.com consultou alguns especialistas para saber quais os temas que jamais podem ser perguntados pelo candidato em entrevistas de emprego:
1. O que essa companhia faz?
Chegar na entrevista sem ter o mínimo de informações sobre a empresa em questão é decretar, já de início, o seu fracasso na seleção. Por isso, antes de partir para a sala do recrutador, faça a lição de casa. Estude, previamente, com afinco todas as informações disponíveis sobre a companhia.
2. Soube que a empresa teve alguns problemas ilegais no passado. Como vocês resolveram isso?
Sinal vermelho para toda pergunta que revele o passado obscuro da empresa. Fuja de assuntos como processos de fusão mal resolvidos, pendências na justiça, escândalos corporativos, entre outros que irão deixar o entrevistador desconfortável.
Chegar na entrevista sem ter o mínimo de informações sobre a empresa em questão é decretar, já de início, o seu fracasso na seleção. Por isso, antes de partir para a sala do recrutador, faça a lição de casa. Estude, previamente, com afinco todas as informações disponíveis sobre a companhia.
2. Soube que a empresa teve alguns problemas ilegais no passado. Como vocês resolveram isso?
Sinal vermelho para toda pergunta que revele o passado obscuro da empresa. Fuja de assuntos como processos de fusão mal resolvidos, pendências na justiça, escândalos corporativos, entre outros que irão deixar o entrevistador desconfortável.
3. A concorrência deixou vocês no chinelo no ano passado.
Jamais use psicologia reversa na entrevista. Não vale desvalorizar a empresa ou o recrutador como meio para fortalecer seu passe. Fuja de frases irônicas ou de piadas. Seja objetivo sempre.
Jamais use psicologia reversa na entrevista. Não vale desvalorizar a empresa ou o recrutador como meio para fortalecer seu passe. Fuja de frases irônicas ou de piadas. Seja objetivo sempre.
4. Eu vou ter que trabalhar mais do que oito horas? Quando vou ter minhas férias?
Fuja de questões que denotem que você se preocupa apenas com o próprio bem estar. Deixe esse tipo de negociação para quando seu contrato for realmente fechado.
Fuja de questões que denotem que você se preocupa apenas com o próprio bem estar. Deixe esse tipo de negociação para quando seu contrato for realmente fechado.
5. Eu não gostava de trabalhar na minha antiga empresa.
Falar mal dos antigos colegas de trabalho, chefe ou companhia é assassinato, na certa, de sua contratação. Nunca revele questões delicadas sobre o cotidiano do emprego anterior – de simples críticas a informações confidenciais – durante a entrevista. Se o recrutador fizer alguma pergunta nesse sentido, use eufemismo e discrição.
Falar mal dos antigos colegas de trabalho, chefe ou companhia é assassinato, na certa, de sua contratação. Nunca revele questões delicadas sobre o cotidiano do emprego anterior – de simples críticas a informações confidenciais – durante a entrevista. Se o recrutador fizer alguma pergunta nesse sentido, use eufemismo e discrição.
4 de mar. de 2011
Governo de SP aprova docentes barrados em concurso.
São Paulo - A Secretaria de Gestão Pública recuou e decidiu aprovar professores que haviam sido vetados por motivos de saúde, pela própria pasta, no último concurso público da rede estadual de São Paulo. Havia casos de profissionais barrados por serem obesos ou por terem tido depressão em algum momento da carreira. Os docentes entraram com recurso e pediram nova perícia médica.
O resultado da nova perícia foi publicado ontem no Diário Oficial do Estado, com a lista dos professores. Segundo consta na publicação, 304 professores pediram reconsideração da perícia. Desse total, 33 não compareceram ao procedimento ou não concluíram o processo e 48 foram considerados novamente não aptos - ou seja, uma taxa de 16% de reprovação.
Após o resultado da primeira perícia, a secretaria havia divulgado nota em que dizia que não poderia admitir um funcionário “doente” - uma vez que ele poderia faltar por motivo de saúde - porque prezava pelo bom funcionamento da rede de ensino.
Segundo a secretaria, dos casos de professores vetados por endocrinologistas na primeira perícia, 73% foram classificados como aptos na reconsideração. Já no caso dos docentes vetados por psiquiatras, 66% passaram.
O secretário de Gestão Pública, Julio Semeghini, nega que a pasta tenha voltado atrás na decisão anterior, que reprovou os docentes. “Não mudamos de opinião. Para essa segunda perícia, chamamos uma junta médica do Hospital das Clínicas”, disse. “Tomei pessoalmente esse cuidado, especialmente nesses casos mais polêmicos, para que o procedimento fosse o mais independente possível da primeira perícia”, explicou. Os professores que continuam considerados não aptos ainda podem entrar com recurso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Após o resultado da primeira perícia, a secretaria havia divulgado nota em que dizia que não poderia admitir um funcionário “doente” - uma vez que ele poderia faltar por motivo de saúde - porque prezava pelo bom funcionamento da rede de ensino.
Segundo a secretaria, dos casos de professores vetados por endocrinologistas na primeira perícia, 73% foram classificados como aptos na reconsideração. Já no caso dos docentes vetados por psiquiatras, 66% passaram.
O secretário de Gestão Pública, Julio Semeghini, nega que a pasta tenha voltado atrás na decisão anterior, que reprovou os docentes. “Não mudamos de opinião. Para essa segunda perícia, chamamos uma junta médica do Hospital das Clínicas”, disse. “Tomei pessoalmente esse cuidado, especialmente nesses casos mais polêmicos, para que o procedimento fosse o mais independente possível da primeira perícia”, explicou. Os professores que continuam considerados não aptos ainda podem entrar com recurso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
28 de fev. de 2011
Prof. Milton Araújo: CRA-RS encabeça campanha pela formação acadêmica d...
Prof. Milton Araújo: CRA-RS encabeça campanha pela formação acadêmica d...: "Conselho está promovendo a campanha 'Administrador, diga não!' Por Redação Administradores, www.administradores.com.br O Conselho Regiona..."
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