É com muito orgulho que coordeno juntamente com a professora Elenise Rocha o MBA de Gestão de Recursos Humanos na Unisinos. As inscrições estão abertas!
Confira mais em: http://www.unisinos.br/mba/gestao-de-recursos-humanos/ead/sao-leopoldo
Este é o meu blog, sou coach e mentora de carreira, atuo também como professora na área de Gestão de Pessoas na Unisinos. Apresento e produzo o programa Conexão RH na rádio Unisinos 103.3. Se você precisa e quer se desenvolver, posso ajudar você com coaching, entre em contato pelo email: talita@isoservice.net
22 de fev. de 2015
31 de jan. de 2015
Semana Acadêmica de Recursos Humanos Unisinos: “Conexões RH – Conectando pessoas e organizações”
Ocorreu de 15 a 18 de setembro (segunda a quinta-feira), aconteceu na Unisinos São Leopoldo a Semana Acadêmica do curso de Gestão de Recursos Humanos. O objetivo do evento foi conectar os participantes a temas relevantes e contemporâneos para a gestão de pessoas nas organizações, oportunizando a interação com profissionais e empresas e colaborando para o desenvolvimento de diferentes competências.
Tive a oportunidade de mediar o debate entre os headhunters Kátia Ackermann, diretora de relacionamento da Produtive e Leandro Milani, diretor da Milani Assessoria em RH sobre "Fale com o headhunter", o debate foi super produtivo, as perguntas foram direcionadas pelos alunos previamente.
2 de nov. de 2014
O calor chegou e com ele o desafio de escolher roupas confortáveis, sem prejudicar a imagem no ambiente de trabalho. Confira as dicas.
Para os homens:
- Opte por peças que sejam feitas de tecidos leves, como linho ou o algodão;
- Tons claros filtram mais o calor;
- Quanto menos sintético o material, mais transpiração e menos calor;
- Calça pode vir acompanhada por camiseta clara em algodão e paletó ou blazer de linho;
- Bermuda social ou jeans. (Informe-se sobre a possibilidade de trabalhar usando bermuda, algumas empresas não permitem.)
Para as mulheres:
- Vestidos e saias longos de tecidos como, algodão ou seda (sem brilho), são leves e permitem a transpiração;
- Vestidos e saias na altura do joelho, com corte reto são sempre uma opção;
- Short/bermuda social;
- Calça larga combinada com uma regata (não muito decotada) e nem transparente;
- Evite blusas de alças finas, sutiãs coloridos e à mostra;
- Tenha atenção ao excesso de decote;
- Use sempre cores claras, porque elas ajudam a filtrar o calor, mas tenha atenção à transparência;
- Nos pés, nada de rasteirinhas ou chinelos. Que tal, uma boa sandália de couro?
- Se for optar por algo baixo, combine os looks com sapatilhas ou sandálias.
Dica extra:
Fuja dos materiais sintéticos;
Lembre-se, roupa justa só piora a sensação de calor.
Atenção! Pouco pano não significa menos calor.
Consultora de Carreira
Karreira.com
Karreira.com
15 de ago. de 2014
4 de ago. de 2014
XXV ENANGRAD
Mais um ano e estou atuando como avaliadora na área de Gestão de Pessoas no XXV ENANGRAD. Para quem não sabe, o ENANGRAD tem conquistado, ano após ano, um lugar de destaque no
cenário educacional brasileiro e se consolidado como o maior evento do
ensino de graduação na América Latina. É um espaço onde professores,
pesquisadores, coordenadores de curso, diretores, reitores e
mantenedores têm a oportunidade de debater democraticamente, trocar
experiências e discutir maneiras para melhorar continuamente o padrão de
qualidade do ensino de administração no Brasil.
Neste ano, o tema do ENANGRAD será “Proposta Pedagógica e o Impacto
sobre a Avaliação dos Cursos de Administração”, que visa promover as
reflexões e análises que permeiam o ensino, pesquisa e ação docente,
assim como as áreas profissionais da Administração.
XXV ENANGRAD
Período: 9 a 11 de novembro de 2014
Local: Dayrell Hotel & Centro de Convenções
Belo Horizonte - MG
23 de jul. de 2014
Colégio Imaculada Conceição - Dois Irmãos/RS: Palestra "Todos somos líderes"
Período de recesso das aulas da Unisinos, mas o trabalho não para!
Colégio Imaculada Conceição - Dois Irmãos/RS: Palestra "Todos somos líderes": Na manhã de hoje, recebemos em parceria com a Universidade Unisinos, a professora Mestre Talita Oliveira que falou com os alunos do Ensino M...
16 de jun. de 2014
14 de abr. de 2014
Curso de extensão: Técnicas de Recrutamento e Seleção na UNISINOS
Pessoal, divulgo curso sobre Técnicas de R&S, ele é básico para quem
está iniciando na área e para quem quer trocar experiências e
fortalecer o network.
http://www.unisinos.br/cursos-de-extensao/tecnicas-de-recrutamento-e-selecao-ex120004/21538
http://www.unisinos.br/cursos-de-extensao/tecnicas-de-recrutamento-e-selecao-ex120004/21538
4 de abr. de 2014
Curso de Liderança no ambiente Fabril
Pessoal, estarei no Campus Unisinos ministrando o curso de extensão Liderança no Ambiente Fabril aborda as situações
reais e os conflitos mais comuns no dia a dia desta área organizacional,
auxiliando o gestor a alcançar melhores resultados através de soluções
eficazes. O valor é apenas R$ 285,00 para o público em geral e para alunos e ex alunos R$ 257,00! Vale a pena!
Av. Unisinos, 950 - São Leopoldo
Faça sua matrícula por e-mail: Você deverá entregar a Ficha de inscrição (doc) preenchida e carimbada, com a sua assinatura e a do responsável pelo pagamento para o e-mail atendimento@unisinos.br (é necessário imprimir, assinar e escanear o arquivo). A vaga somente estará garantida após o envio da confirmação da matrícula por e-mail pela Unisinos.
Objetivos
• Apresentar o histórico de gestão de pessoas nas organizações. • Analisar o papel do líder e o papel do gestor. • Analisar a motivação como requisito para o atingimento do resultado. • Compreender a comunicação no ambiente fabril focando na Área de Produção. • Discutir a empatia e seu possível impacto no resultado. • Apresentar e exercitar competências de liderança para o ambiente fabril.Período
12/04/2014 a 12/04/2014Carga Horária
8 horasDias de Aula
Sábado das 8h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30Local
Sala 5B 201 - Ciências EconômicasAv. Unisinos, 950 - São Leopoldo
Público de interesse
Gestores de Operações, profissionais de Recursos Humanos e acadêmicos de Administração e Engenharia que almejam trabalhar no setor da produção dentro das organizações.Certificado
Será fornecido a todos os que tiverem, no mínimo, 75% de freqüência.Promoção
Universidade do Vale do Rio dos Sinos Unidade Acadêmica de Educação Continuada Gerência de Cursos de Extensão GENTHE - Gestão com Enfoque em Talentos Humanos Estratégicos
Faça sua matrícula presencial:
No Atendimento Unisinos - 1º piso no Centro Administrativo - Campus Unisinos - São Leopoldo - RS.
Faça sua matrícula por e-mail: Envie a Ficha de inscrição (doc) preenchida e assinada para o e-mail comercial@unisinos.br (é necessário imprimir, assinar e escanear o arquivo). A vaga somente estará garantida após o envio da confirmação da matrícula por e-mail pela Unisinos. O boleto para pagamento será encaminhado junto ao e-mail de confirmação.
Faça sua matrícula por e-mail: Envie a Ficha de inscrição (doc) preenchida e assinada para o e-mail comercial@unisinos.br (é necessário imprimir, assinar e escanear o arquivo). A vaga somente estará garantida após o envio da confirmação da matrícula por e-mail pela Unisinos. O boleto para pagamento será encaminhado junto ao e-mail de confirmação.
Pessoa Jurídica
Faça sua matrícula presencial: Você deverá entregar a Ficha de inscrição (doc) preenchida e carimbada, com a sua assinatura e a do responsável pelo pagamento. No Atendimento Unisinos - 1º piso no Centro Administrativo - Campus Unisinos - São Leopoldo - RS.Faça sua matrícula por e-mail: Você deverá entregar a Ficha de inscrição (doc) preenchida e carimbada, com a sua assinatura e a do responsável pelo pagamento para o e-mail atendimento@unisinos.br (é necessário imprimir, assinar e escanear o arquivo). A vaga somente estará garantida após o envio da confirmação da matrícula por e-mail pela Unisinos.
10 de mar. de 2014
Queridos seguidores, o projeto Genthe - Gestão com Enfoque em Talentos Humanos Estratégicos da Unisinos está com algumas novidades este ano. Contamos com mais quatro profissionais ministrando cursos interessantíssimos para você.
Confira a nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/gentheunisinos e confira os cursos feitos para você!
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2 de jan. de 2014
3 de mar. de 2013
28 de nov. de 2012
10 perguntas feitas para enganar você na entrevista de emprego
Na hora de selecionar um profissional os
especialistas em Recursos Humanos estão focados em encontrar a pessoa
certa para o cargo. Pensando nisso, eles desenvolveram 10 perguntas
difíceis para fazer na hora da entrevista que podem confundir os
candidatos. Confira:
Uma pergunta inesperada pode dispersar uma resposta autêntica que expõe problemas ocultos
Para os desempregados ou profissionais que procuram uma mudança no âmbito profissional, conseguir uma entrevista de trabalho hoje em dia pode ser considerado uma vitória. Mas quando você está na entrevista, os profissionais de Recursos Humanos colocam nas entrelinhas da conversa situações problema e algumas perguntas enganosas com duplos sentidos ou agendas ocultas para confundir os candidatos.
De acordo com a especialista norte-americana Joyce Lain Kennedy, uma pergunta complicada pode ser usada como uma ferramenta de gerenciamento de tempo para eliminar rapidamente um candidato menos qualificado.
Joyce diz que mesmo que os candidatos tenham ensaiado tópicos previstos, uma pergunta inesperada pode dispersar uma resposta autêntica que expõe problemas ocultos. Confira a seguir as 10 perguntas projetadas para enganar os candidatos na entrevista de emprego:
1) Por que você está sem trabalho há tanto tempo? Por que você foi demitido?
Joyce diz que essa pergunta é uma tentativa de descobrir se há algo errado com você que a sua antiga empresa ou empregadores já descobriram. O entrevistador pode estar tentando determinar se os temas de recessão ou cortes no orçamento foram usados para despejar alguns funcionários, incluindo você.2) Se você está trabalhando, como você consegue tempo para as entrevistas?
O entrevistador pode perguntar: Se você está traindo seu chefe atual, por que você não vai me enganar mais tarde? A pergunta pretende colocar ênfase sobre por que você está mentindo para o seu atual chefe para poder realizar entrevistas de emprego. Se outras entrevistas são sugeridas, a melhor forma de lidar com esse problema é sugerir que outros testes ou entrevistas sejam feitos fora do seu horário normal de trabalho.3) Como você se preparou para esta entrevista?
A intenção desta pergunta é decifrar o quanto você realmente se preocupa com o trabalho ou se você está simplesmente improvisando. Além de explicar como você se preparou para a ocasião mostre que você está focado. Revele o seu conhecimento da indústria, empresa ou departamento, fazendo perguntas e comentando informações recentes.4) Você conhece alguém que trabalha para nós?
Esta é uma pergunta complicada, diz Kennedy, porque a maioria dos entrevistados acredita que conhecer alguém na empresa é sempre uma coisa boa. Na verdade dependendo do tipo de profissional que é o seu conhecido é melhor que você não fale nada. O entrevistador provavelmente vai associar características e a reputação do seu amigo com os seus méritos.5) Onde é que você realmente gostaria de trabalhar?
Determinar a área que você pretende trabalhar pode fechar algumas portas dentro da empresa. A especialista aconselha nunca mencionar um cargo. Destaque apenas que você é perfeito para o trabalho e que você se dedicar muito se conseguir o emprego.6) O que incomoda você sobre colegas ou patrões?
Não caia nesta armadilha. Joyce diz que a intenção desta pergunta é destrinchar se você vai ter dificuldade para trabalhar com outras pessoas ou pode ter problemas e afetar a sua produtividade.7) Você pode descrever como você resolveu um problema de trabalho ou na escola?
Joyce diz que, na verdade, ninguém deveria ficar surpreso com esta pergunta, porque é uma das mais básicas indagações em uma entrevista. O que o entrevistador realmente quer é uma visão sobre como sua mente funciona.8) Você pode descrever uma situação de trabalho ou na escola em que você estragou tudo?
Este é um campo minado. Uma questão dentro desta questão é se você aprende com seus erros ou continua repetindo os mesmos. Da mesma forma, o entrevistador pode estar tentando visualizar se você é muito autoconsciente ou não para assumir a responsabilidade por suas falhas.9) Como é esta vaga em relação as outras que você está se candidatando?
Na verdade o que eles querem descobrir é como você lida com a competitividade do mercado de trabalho. A dica é simples e clara: não fique comparando as oportunidades, veja quais são as qualidades e defeitos de cada uma delas e coloque os pesos na balança.10) Se você ganhasse na loteria, você ainda trabalharia?
Evidentemente, esta pergunta é um pouco boba. Mesmo assim, é outra oportunidade para ressaltar a sua motivação e ética no trabalho. Reconhecer que você ficaria feliz de ganhar na loteria é importante, mas mostre que você continuaria procurando um trabalho significativo, pois enfrentar desafios e alcança-los o faz feliz.
Fonte:
Universia Brasil
16 de out. de 2012
Entrevistas de emprego não servem para nada.
Por Lucy Kellaway - Valor Econômico
Quando
Larry Page entrevista candidatos a um emprego no Google, ele fica tão
entediado com as respostas ensaiadas que pede aos seus interlocutores
que o ensinem algo que ele não saiba.
Ouvi
essa história dias atrás no Hay Festival, em Segóvia, quando deram essa
mesma tarefa a um painel de escritores famosos. Maravilha, pensei. Mas,
logo me veio à cabeça a pergunta: se
fosse entrevistada por Page, o que eu diria?
Após
pensar muito, cheguei a duas coisas que sei e que ele provavelmente não
sabe. A primeira é a melhor maneira de matar a [erva daninha]
polignácea japonesa: você corta a planta próximo
do chão e injeta glifosato no caule oco usando um conta-gotas. A
segunda é a mistura ideal de pelos de animais usados em estofamentos
tradicionais - 80% porco e 20% bovino. Eu poderia falar muito sobre os
dois assuntos, mas será que ele ficaria impressionado?
Tenho a impressão de que não.
O
painel de escritores não se saiu muito melhor, embora um deles tenha
afirmado que se um filhote de cachorro nasce sem respirar, você precisa
colocá-lo em uma toalha e rolá-lo como se
estivesse secando alface para o que quer que esteja bloqueando os
pulmões do animalzinho seja expulso. Depois que todos fizeram suas
tentativas, o último escritor - cuja obra é a mais estranha e a mais
original da turma - suspirou e disse não saber nada que
as outras pessoas não saibam, e que acabou esquecendo tudo o que sabia.
Ao
ouvir isso, mudei de ideia. A pergunta que Page costuma fazer não é
nada demais. É tão inútil quanto todas as outras coisas que as pessoas
perguntam a quem está à procura de um emprego.
Há mais de dois mil anos entrevistamos pessoas, mas em vez de ficarmos
melhores nisso, estamos piorando. O exemplo mais antigo que consigo
encontrar está no Novo Testamento, onde Jesus, que na época recrutava
discípulos, mantinha o processo simples e rápido,
fazendo uma única pergunta: "O que você busca?".
Os
entrevistadores modernos tornam a coisa bem mais complicada. Na última
década, todo mundo ficou viciado em perguntar coisas como "fale sobre
uma situação em que você demonstrou coragem".
Ou "fale sobre uma situação em que você aprendeu com um fracasso". O
pobre candidato então cospe uma resposta ensaiada, e quase inventada,
enquanto o entrevistador, entediado, consente com ar inteligente - um
processo que na maioria das vezes é desagradável
para os dois lados e não deixa ninguém mais sábio.
A
onda mais recente de perguntas bizarras é ainda pior. Por que as tampas
de bueiro são redondas? Quantos afinadores de piano existem no mundo
inteiro? O Google tem grande parte da culpa
por esse desvario, mas agora metade dos grandes empregadores dos
Estados Unidos está fazendo a mesma coisa, achando que se fizerem
perguntas sobre coisas para as quais o infeliz candidato não está
preparado, de alguma forma as respostas serão mais reveladoras.
O
site da internet Glassdoor.com elaborou uma lista sobre as mais idiotas
das perguntas idiotas, e o Goldman Sachs ficou no topo dela. O banco
pergunta aos candidatos a um emprego: se
você fosse encolhido ao tamanho de um liquidificador e colocado dentro
de um multiprocessador de alimentos, como você faria para sair?
Perguntas "espertas" como esta só podem provar uma coisa: se o candidato
é bom com respostas "espertas". Por outro lado,
uma pergunta feita na Trader Joe's - o que você pensa sobre os anões de
jardim? - não prova nada, exceto o fato de que a rede de supermercados
está totalmente perdida.
Jesus
nunca achou que deveria perguntar a Mateus, João e todos os outros o
que eles pensavam dos anões de jardim. Também nunca pensou em fazer a
pergunta formulada a candidatos por uma
fabricante de autopeças: "Se você fosse um programa do Microsoft
Office, qual seria?".
O
motivo de ninguém até hoje ter encontrado uma boa maneira de fazer uma
entrevista de emprego, é que não existe uma. Estudos mostram que essa
charada na qual somos todos viciados não
é muito melhor que escolher aleatoriamente uma pessoa. A única razão de
persistirmos é que confiamos demais em nossa habilidade de julgar os
outros. Lembro-me, por exemplo, de como iludi uma dezena de banqueiros
experientes no JP Morgan há muito tempo, convencendo-os
de que eu queria fazer carreira no setor bancário, quando obviamente eu
não queria.
Há
apenas duas perguntas na relação do Glassdoor.com que têm alguma
utilidade. A primeira é: "Quanto é 37 vezes 37?". Não dá para brincar
com isso, e não se trata de algo embaraçoso ou
vulgar. Se você consegue responder sem precisar contar muito nos dedos,
então você é mais esperto do que eu.
Mais
útil ainda é a pergunta feita na Ernst & Young: "A vida é
fascinante para você?" A resposta diz ao entrevistador tudo o que ele
precisa saber. A pessoa que responde "sim" deveria
ser poupada imediatamente do risco de ter que trabalhar lá.
12 de set. de 2012
Por dentro da entrevista
Saiba o que está por trás das perguntas feitas pelos recrutadores durante o processo de seleção de trainee e evite as pegadinhas
Fonte: Você SA
Conhecer os valores, as motivações e a personalidade dos jovens é a
grande preocupação dos recrutadores desde a etapa online da seleção de
um programa de trainee. Em vez das tradicionais questões como "Quais são
seus pontos fortes e fracos?" e "Como você se imagina daqui a cinco
anos?", entram perguntas como "Que legado você espera deixar nesta
empresa?" ou "Qual a decisão mais difícil que já tomou em sua vida?".
Por meio delas, serão analisados fatores como autoconfiança,
autoconhecimento, iniciativa, capacidade de adaptação, maturidade e
habilidade para gestão de conflitos. Portanto, a forma como as perguntas
são construídas também merece atenção especial. "Preferimos
construí-las com base em exemplos concretos ou situações pregressas. O
comportamento que você adotou numa situação passada costuma predizer
como você reagirá na mesma situação no futuro", diz Maíra Habimorad,
sócia da Cia de talentos, empresa que assessora corporações de médio e
grande porte nos seus programas de trainee.
Prova de fogo
A seguir, oito exemplos de perguntas feitas pelos recrutadores e o que
está sendo avaliado emcada uma delas. Você vai notar que, em algumas, os
empregadores estão atrás de experiências que confirmem as competências
do candidato ou a forma de aprendizado, uma rotina que tem sido cada vez
mais utilizada nas entrevistas de seleção. Assim, elevam-se as chances
de garantir que a química entre candidato e empresa realmente exista e
reduz-se o índice de abandono dos programas pelos trainees.
Que legado você quer deixar nesta empresa?
Por meio da resposta, os recrutadores avaliam o perfil profissional do
candidato e o que ele prioriza. "A resposta pode ser: aumentar o
faturamento; formar pessoas; criar um projeto inovador. Cada uma delas
sugere um perfil: analítico, voltado para pessoas ou criativo", diz
Maíra Habimorad, da Cia de Talentos.
Você teve oportunidade de liderar um projeto? Conte-nos como foi o processo.
A pergunta avalia o estilo de liderança do candidato. "Vamos analisar se
a iniciativa do projeto foi dele, se ele permitiu que outras pessoas
colaborassem, como distribuiu as tarefas, se foi capaz de identificar
problemas no projeto e se teve humildade para fazer as correções
necessárias", diz Danilo Castro, diretor da Page Personnel.
De que forma você busca autoconhecimento?
"As respostas podem ser muitas: lendo, na religião, na terapia, fazendo
coaching — e todas elas são válidas. O que importa mesmo é saber se a
pessoa realmente busca autoconhecimento", diz Maíra Habimorad. A
pergunta só é formulada dessa forma para forçar o candidato a dar um
exemplo concreto. Assim, os recrutadores podem desmascarar futuros
trainees que responderiam "sim" mesmo que não tivessem preocupação real
com o tema.
Entre seus amigos, como você é lembrado?
Por meio dessa pergunta, o candidato é chamado a discorrer sobre suas
qualidades e defeitos e a mostrar como lida com a visão que outras
pessoas têm dele. "Podemos avaliar como ele transita entre os demais e
sua habilidade nos relacionamentos interpessoais, observando, por
exemplo, se o jovem fica na defensiva quando os outros falam dos
defeitos que enxergam nele", diz Danilo Castro, da consultoria Page
Personnel.
O que você sabe sobre si mesmo hoje que não sabia há cinco anos?
Essa é mais uma pergunta que apura o grau de autoconhecimento do
candidato. "Quem não tem essa preocupação pode simplesmente dizer que
aprendeu inglês", ilustra Maíra Habimorad. Mas aquele que busca o
autoconhecimento tende a dar um exemplo de decisão que tomou com base em
experiências anteriores. "Pode ser uma resposta como: ‘Descobri que
definitivamente não quero carreira acadêmica porque já trabalhei num
projeto do tipo na faculdade e vi que não é para mim’", exemplifica a
consultora.
Por que escolheu esta empresa e não a concorrente?
A questão permite avaliar se o candidato estudou o mercado no qual está
tentando ingressar, se entende o negócio e se de fato se identifica com
os valores da companhia — de cuja seleção está participando.
Qual a decisão mais difícil que já tomou em sua vida?
O grau de maturidade do candidato e a forma como faz suas escolhas são
investigados nessa pergunta. "Essa decisão foi difícil mesmo? O que ele
levou em conta ao tomar essa decisão? Do que precisou abrir mão? Esses
são alguns pontos que estão por trás da questão e que vamos observar",
diz Maíra Habimorad, da Cia de Talentos.
Conte uma situação em que precisou trabalhar com uma pessoa difícil.
Esse tema analisa a capacidade do candidato de trabalhar em equipe, sua
habilidade de conviver com a diversidade e sua flexibilidade. "Vamos
observar, por exemplo, se ele tentou entender o ponto de vista da outra
pessoa, por que ela agia da forma que o incomodava, ou se apenas impôs
sua ideia, desconsiderando a forma de pensar do outro", exemplifica a
consultora Maíra, da Cia de Talentos.
8 de ago. de 2012
Ter um perfil no Facebook se tornou algo tão comum que se
você não for um dos 955 milhões de usuários da maior rede social do
mundo, pode ser considerado "suspeito" por empregadores, psicólogos e,
claro, aqueles amigos que não se conformam com sua exclusão digital.
Para a nova geração, parece que estar no Facebook - e em tantas outras
redes sociais - se tornou normal, enquanto optar por não participar é
esquisito.
Os motivos para esse estranhamento são variados. Para os responsáveis
por contratar novos funcionários em uma empresa, a ausência de perfil
em algum site de relacionamento pode indicar que o candidato teve sua
conta deletada por desrespeitar as regras internas, ou que a pessoa tem
informações relevantes a esconder, informa uma reportagem do Daily Mail.
Esse é um fato levado em consideração por equipes de Recursos
Humanos, que investigam a presença online dos candidatos e podem até
rejeitá-los - dependendo do conteúdo encontrado em sites como o
Facebook, aponta uma pesquisa da empresa de monitoramento Reppler.
É também possível que a pessoa ganhe pontos para uma eventual
contratação - através do feedback positivo de amigos e antigos chefes,
por exemplo, revela a Forbes.
De uma maneira parecida, psicólogos veem a existência de perfis na
web como indicativo de uma vida social ativa e saudável. Por outro lado,
interações predominantemente virtuais podem reforçar sentimentos de
ansiedade no mundo real, offline. Essa exclusão digital, para alguns
especialistas, poderia também significar a falta de amigos no mundo
real, de acordo com o Mashable.
A revista alemã Der Taggspiegel chegou ao extremo de fazer
analogia ao fato de que dois autores de massacres recentes - Anders
Behring Breivik, responsável pelas mortes de 77 pessoas ano passado na
Noruega, e James Holmes, que matou 12 pessoas em um cinema nos Estados
Unidos - tinham este aspecto em comum: a ausência de participação em
redes sociais. Eles mantinham perfis em sites obscuros, porém nenhuma
página levava seu nome nas maiores redes sociais.
Tantas alegações deixam ao menos uma pergunta: a suspeita que recai
sobre "fantasmas virtuais" é suficiente para negar uma vaga de emprego,
ou acreditar que esse é um passo para a formação de um psicopata?
Dificilmente. Porém, conforme as redes sociais se tornam mais difundidas
- e se mostram duradouras, em vez de passageiras - é inevitável que
alguém sem perfil no Facebook, por exemplo, tenha de arcar,
frequentemente, com a pergunta, de empregadores, psicólogos, amigos:
"por quê?".
9 de jul. de 2012
15 de jun. de 2012
Veja o que mais reprova candidatos a estágio em processos seletivos
Queridos seguidores, falando em erros na entrevista/seleção, segue mais uma reportagem, desta vez para os estagiários!
Fonte: G1
Um levantamento feito pelo Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), entre
janeiro e maio deste ano, com 4.464 candidatos, aponta que 62% dos
candidatos a estágio foram reprovados nos processos seletivos.
Os erros no teste ortográfico lideram o ranking, com 40%. Na sequência
vem o baixo desempenho em raciocínio lógico, com 21%. Nessa etapa, o
teste é dividido em três partes: verbal, numérico e abstrato. De acordo
com Aline Barroso, supervisora de seleção do Nube, a falta de leitura
influencia muito para isso ocorrer.
O mau desempenho na comunicação e no vocabulário durante as apresentações e atividades em grupo representam 12% das eliminações, seguido de falta de competências exigidas pelas vagas, com 10%. “As habilidades variam de acordo com cada oportunidade. Umas exigem criatividade, outras flexibilidade e iniciativa. Entretanto, ter fluência é essencial e as mulheres são as mais desaprovadas nesse quesito”, diz Aline. Segundo ela, erros de concordância, gírias e escorregões no português não são bem vistos no momento de das apresentações e atividades em grupo.
O mau desempenho na comunicação e no vocabulário durante as apresentações e atividades em grupo representam 12% das eliminações, seguido de falta de competências exigidas pelas vagas, com 10%. “As habilidades variam de acordo com cada oportunidade. Umas exigem criatividade, outras flexibilidade e iniciativa. Entretanto, ter fluência é essencial e as mulheres são as mais desaprovadas nesse quesito”, diz Aline. Segundo ela, erros de concordância, gírias e escorregões no português não são bem vistos no momento de das apresentações e atividades em grupo.
O índice de desclassificação na apresentação pessoal é de 7%, e na
linguagem corporal, de 5%. “Ou seja, muito alto se levarmos em conta o
fato de não ser segredo para ninguém a importância dessas exigências”,
diz Aline. A deficiência no inglês vem em último lugar, com 5%. “Saber
idioma já não é mais diferencial, é imprescindível”, afirma Aline.
De acordo com Aline, dentro da apresentação pessoal avalia-se a higiene e as vestimentas, já na linguagem corporal são observadas a postura e a educação. “Muitos passam por todos os requisitos, mas acabam sendo desclassificados por falar enquanto seus colegas se apresentam, por não demonstrar interesse na vaga e, principalmente, por pecar na imagem e estar vestidos inadequadamente, com saias curtas ou cabelo bagunçado, por exemplo”, explica a supervisora. De acordo com a pesquisa, quem mais peca nessa etapa são os homens.
De acordo com Aline, dentro da apresentação pessoal avalia-se a higiene e as vestimentas, já na linguagem corporal são observadas a postura e a educação. “Muitos passam por todos os requisitos, mas acabam sendo desclassificados por falar enquanto seus colegas se apresentam, por não demonstrar interesse na vaga e, principalmente, por pecar na imagem e estar vestidos inadequadamente, com saias curtas ou cabelo bagunçado, por exemplo”, explica a supervisora. De acordo com a pesquisa, quem mais peca nessa etapa são os homens.
| Fatores que reprovam | Índice |
|---|---|
| 1- Erros em testes ortográficos | 40% |
| 2- Baixo desempenho em raciocínio lógico | 21% |
| 3- Mau desempenho na comunicação e no vocabulário durante as apresentações e atividades em grupo | 12% |
| 4- Falta de competências exigidas pelas vagas | 10% |
| 5- Problema na apresentação pessoal | 7% |
| 6- Problema na linguagem corporal | 5% |
| 7- Deficiência no inglês | 5% |
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